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terça-feira, 1 de junho de 2010

Ateliê dos filhos de Manuel Salgado concorre ao terminal de cruzeiros em Lisboa

O ateliê de arquitectura Risco, dirigido pelos filhos do vereador do Urbanismo da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Manuel Salgado, vai participar no concurso do novo terminal de cruzeiros de Lisboa. O concurso de 25 milhões de euros, com honorários de mais de 1 milhão para o ateliê vencedor, foi lançado numa cerimónia da CML e da Administração do Porto de Lisboa (APL).

O júri que avalia os projectos e escolhe o vencedor por ajuste directo é composto por sete elementos, entre os quais se inclui um arquitecto nomeado pelo vereador do Urbanismo da Câmara de Lisboa.

Manuel Salgado diz ao i que "não sabia que o gabinete estava a concorrer ao terminal de cruzeiros". Mas acrescenta que "esse é um projecto do Estado, não é da CML, e isso faz toda a diferença". Tomás Salgado, o filho do vereador do Urbanismo que é coordenador-geral do ateliê Risco, depois da saída do pai, confirma a intenção de "apresentar proposta ao concurso para o projecto do novo terminal marítimo".

Quando anunciou que iria integrar a lista de candidatos de António Costa na corrida à Câmara de Lisboa, em Maio de 2007, o agora vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, afirmou que, se vencesse as eleições, iria cessar a actividade de arquitecto enquanto exercesse o cargo, abandonando também o Risco, sociedade que deixaria de ter projectos na cidade.

Em declarações à imprensa, garantiu ainda que o ateliê não aceitaria "novas encomendas de promotores privados de projectos que estejam sujeitos a licenciamento ou autorização da Câmara".

Salgado chegou a integrar a lista do PS para a CML em 2005, mas acabou por sair em resultado de uma polémica com Manuel Maria Carrilho. À data, Carrilho levantou dúvidas sobre a compatibilidade do exercício do cargo de vereador, tendo projectos em Lisboa e ligações a empresas de arquitectura. Carrilho haveria de perder as eleições, derrotado por Carmona Rodrigues.

Manuel Salgado afirma agora ao i que, quando se candidatou, "disse que não haveria candidaturas a projectos da câmara, mas o gabinete tem legitimidade para concorrer a este concurso". Quanto ao facto de o júri incluir o arquitecto Pedro Brito Dinis, designado pela CML, o vereador responde que se trata de "um júri que garante toda a idoneidade ao concurso e quando foi apresentado ninguém o contestou". Mais: "Integra ainda o arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles, o arquitecto Joan Busquets e elementos da administração do Porto de Lisboa." Gonçalo Ribeiro Telles foi um dos apoiantes da candidatura de António Costa.

O concurso foi lançado em Março deste ano com a presença do presidente da câmara, António Costa, com o prazo de entrega das propostas a terminar no final de Junho. Como o próprio Manuel Salgado tinha garantido em 2009, o projecto já não inclui a construção do hotel e do centro comercial previstos no início pela Administração do Porto de Lisboa.


Fonte: ionline.pt

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Trienal de Arquitectura de Lisboa apresentada oficialmente

A segunda Trienal de Arquitectura de Lisboa, subordinada ao tema ‘falemos de casas’, inspirado no poema de Herberto Hélder com o mesmo nome, decorrerá entre os dias 14 de Outubro de 2010 e 16 de Janeiro de 2011 e foi apresentada esta terça-feira numa sessão que contou com a presença de António Costa, presidente da Câmara de Lisboa, João Belo Rodeia, Presidente da Ordem dos Arquitectos, curador geral Delfim Sardo e José Mateus, director da Trienal.

Todos os conteúdos da iniciativa ficaram a cargo de Delfim Sardo, que procurou centrar a Trienal na casa e na habitação, relacionando-as com as especificidades locais de cada cidade e a globalização. Haverá dois concursos inseridos na programação da Trienal. O primeiro intitula-se ‘projecto Cova da Moura’ e consiste num desafio lançado às escolas de arquitectura e arquitectura paisagista, com o objectivo de compreender como a arquitectura pode contribuir para melhorar este bairro da Amadora, tendo em conta a complexa realidade social e cultural em que se insere.

O segundo concurso tem uma dimensão internacional e chama-se ‘A house in Luanda: Patio and Pavilion’. Consiste em desenvolver uma habitação unifamiliar nesta cidade que possui uma forte pressão demográfica. A grande contingência passa pelo facto de o projecto não poder ter um valor superior a 25 mil euros.

Também inseridas no âmbito da Trienal, estarão três exposições. A primeira terá lugar no Museu Colecção Berardo sob o nome do poema de Herberto Hélder: “Falemos de casas”; a segunda estará no Museu da Electricidade/ Fundação EDP e exibirá os resultados dos concursos; e a terceira terá lugar no Museu do Chiado, intitular-se-á ‘Falemos de casas: quando a arte fala de arquitectura’ e fará a ponte entre arte e arquitectura. De cada uma das exposições resultará um catálogo.

A 19 e 20 de Novembro haverá uma Conferência Internacional na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa que visa explicitar a relação entre arquitectura e democracia.

Outros projectos associaram-se à Trienal, como é o caso da exposição de António Bolote, ‘A última luz do dia’ ou ‘A cidade (não) existe’ de Pedro Machado Costa.

A Trienal representará Portugal na 12ª Bienal Internacional de arquitectura de Veneza, naquele que constitui um dos momentos mais importantes de divulgação internacional da arquitectura.

António Costa, relembrou o facto de a arquitectura nos 'perseguir', o que “coloca um problema político- a liberdade individual do criador. Por isso é importante alargar o debate público sobre a arquitectura. É fundamental a formação dos públicos”.

Após o sucesso alcançado pela primeira edição do evento, em 2007, a Trienal tem como missão promover a arquitectura, colocando-a no debate público e afirmando-a na procura da melhor qualidade de vida.

Segundo João Belo Rodeia, a Trienal é “um ambicioso projecto que envolve a sociedade civil e visa ultrapassar o âmbito da ordem dos arquitectos”. A sua programação dirige-se, portanto, para a população em geral e não para o público da área.

Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Arquitectura pombalina ganha realce

Foto

Enquanto as obras mais profundas não chegam ao Centro Histórico, a Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) vai arrancar já esta semana com o Programa Municipal de Apoio à Reabilitação (Realce).

A medida vai, numa primeira fase, abranger sete imóveis e destina-se a pequenas intervenções como a recuperação e limpeza de fachadas, a recuperação de telhados ou a substituição de portas e janelas por outras fiéis ao modelo pombalino.

Para esta primeira etapa, que se prologará até Setembro, a SRU vai destinar 118 mil euros, sendo os custos das intervenções divididos em partes iguais pelo proprietário e pela empresa municipal.

Além do valor de IVA reduzido – por se tratar de uma intervenção no centro histórico – a operação conta com o patrocínio da empresa de tintas CIN, que oferecerá descontos de 60 por cento nos materiais.

Numa segunda fase, o programa Realce vai estender-se a um número maior de edifícios pombalinos e o montante de investimento atingirá o meio milhão de euros.

2 de Junho de 2009 | 14:38
Por: Filipe Antunes

Em: http://www.barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=33528

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Museu dos Coches: Silo automóvel foi sugestão para região do Tejo por Arquitecto Mendes da Rocha

Paulo Mendes da Rocha afirmou que a construção de um estacionamento subterrâneo na região não é recomendável por questões estruturais, mas que responderá "adequadamente" à reformulação do projecto, que tem a rejeição da Câmara de Lisboa.

"Aquela é uma região de importante afluência turística para uma marcha a pé, com vários locais de visitação, como o Convento dos Jerónimos, Ladeira da Ajuda e outros", disse.

"Há um interesse em resolver o problema do estacionamento de forma mais ampla, em vez de construir uma garagem em cada edifício", realçou o arquitecto brasileiro.

Mendes da Rocha salientou ainda que o terreno local é constituído por "terra frouxa, com um lençol freático superficial", pouco recomendável para construção de subterrâneos, pelo alto custo.

"A laje será muito solicitada em termos estruturais. Há soluções de engenharia, mas não vale a pena enfrentar o lençol freático simplesmente para guardar automóveis porque será uma obra caríssima, com grande movimento de terra", disse.

A falta de estacionamento na região, possíveis problemas estruturais e o alto custo de uma obra subterrânea levaram o arquitecto a sugerir a construção de um silo automóvel.

A Câmara de Lisboa aprovou em Dezembro um parecer favorável ao projecto, mas vai exigir do Governo a reformulação, rejeitando a construção desse silo de 26 metros na frente ribeirinha.

O projecto prevê a ligação do silo ao edifício principal do museu, por meio da construção de um passadiço sobre a linha do comboio.

"O museu exige grandes vãos, estruturas solicitadas. Uma garagem subterrânea tem um custo muito alto e seria melhor enfrentar a questão e fazer um estacionamento fora", observou Mendes da Rocha.

O arquitecto vincou que o silo não é parte integrante do projecto do Museu dos Coches, sendo construções "distintas".

"Foi apenas uma solução urbanística e arquitectónica que resolve o problema da região e que dá brilho ao local. Pareceu-me muito integrado", disse.

Mendes da Rocha considerou "extraordinário" o convite do Governo para realizar o projecto e que, com a decisão da Câmara de Lisboa, a solução poderá ser a construção de um pequeno subsolo para estacionamento.

O Museu dos Coches, que ocupará uma área de 15.177 metros quadrados, custará 31,5 milhões de euros provenientes das contrapartidas do Casino de Lisboa.

Nascido em Outubro de 1928, em Vitória, capital do Estado do Espírito Santo, na região Sudeste do Brasil, Mendes da Rocha é um dos mais importantes arquitectos e urbanistas brasileiros.

Pertencente à geração de arquitectos modernistas, recebeu o Prémio Pritzker, o mais importante da arquitectura mundial, em 2006.

É autor de diversos projectos, como o do Museu Brasileiro de Escultura (MUBE) e do Museu da Língua Portuguesa, ambos em São Paulo.


Fonte: Lusa in http://ww1.rtp.pt

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Câmara de Lisboa aprova 39 projectos para a Baixa Chiado



18/12/08, 10:20
OJE/Lusa

A Câmara de Lisboa aprovou ontem 39 processos urbanísticos para a Baixa Chiado, incluindo o projecto de arquitectura do Museu da Moda e do Design e da Loja do Cidadão.

Os processos referiam-se a 171 fogos, 35 mil metros quadrados de comércio, 25 mil metros quadrados de serviços e um hotel com 50 quartos, afirmou o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, na conferência de imprensa que se seguiu à reunião do executivo municipal.

A área da Baixa estava bloqueada há 14 anos no Plano Director Municipal, tendo as medidas preventivas publicadas a semana passada em Diário da República permitido a aprovação destes processos.

Entre estes, conta-se o projecto de arquitectura para a instalação do Museu da Moda e do Design e da Loja do Cidadão no antigo edifício do Banco Nacional Ultramarino. Trata-se de um dos designados projectos âncora da revitalização da Baixa Chiado.

O plano de pormenor prevê ainda a instalação de hotéis no Convento Corpus Chiristi, no edifício da Pastelaria Suíça e no quarteirão do Braz e Braz, bem como a reabilitação do quarteirão da Bertrand do Chiado.

A vereadora do movimento Cidadãos por Lisboa Helena Roseta apresentou uma proposta, que não foi votada, para a afectação de parte dos fogos reabilitados da Baixa a arrendamento jovem ou a custos controlados.

Helena Roseta sublinhou que Lisboa é a maior cidade universitária do país, com 100 mil estudantes, um quinto da população, que podem permanecer na capital, regenerando-a.

A Câmara aprovou igualmente a aquisição de um edifício no Largo de São Miguel, em Alfama, para a instalação do futuro Museu da Comunidade Judaica.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Arquitectura: Exposição sobre Peter Zumthor encerrou com 16.100 visitantes

Lisboa, 06 Nov (Lusa) - A exposição retrospectiva sobre o trabalho do arquitecto suíço Peter Zumthor foi visitada por 16.100 pessoas desde a inauguração, a 06 de Setembro, na LXFactory, em Lisboa, organizada pela Bienal ExperimentaDesign.
De acordo com a organização, a exposição "Peter Zumthor: Edifícios e Projectos 1986-2007", que encerrou a 02 de Novembro, recebeu uma média de 277 pessoas por dia.
Esta primeira grande retrospectiva do arquitecto suíço - que teve estreia internacional em Lisboa - ocupou cerca de 3.000 metros quadrados com um percurso criativo desde os anos 80 até à actualidade, mostrando a relação de Peter Zumthor com o tempo, os lugares, os ambientes e os habitantes dos seus projectos.
Estreada em 2007 no centro de arte Kunsthaus Bregenz (KUB), na Áustria (edifício concebido pelo criador em 1997) entrou pela primeira vez, por Lisboa, no circuito internacional, numa itinerância que inclui futuramente também Moscovo e Texas.
A exposição foi visitada na LXFactory por 1540 alunos, de 35 escolas diferentes de vários pontos do país, sobretudo de Lisboa e Porto, além de visitas de turmas de faculdades de arquitectura que puderam conhecer em pormenor 29 projectos criados por Peter Zumthor, 12 deles apresentados através de instalações com filmes que replicam em tempo e escala real.
Esta exposição marcou o relançamento da Bienal ExperimentaDesign Lisboa, "It´s About Time", que decorrerá em 2009, depois de uma interrupção por falta de apoio financeiro.
Suspensa em 2007 por falta de apoios de um dos parceiros, a Câmara Municipal de Lisboa (CML), que entretanto voltou a financiar o projecto, a ExperimentaDesign, organizada por Guta Moura Guedes, passou a realizar-se alternadamente em Lisboa e Amesterdão, onde se realizou a edição de 2008.

Fonte: AG. Lusa

EPUL vende terrenos para sair da falência

A Câmara de Lisboa aprovou a venda de três parcelas de terrenos, no valor de dez milhões de euros, para conseguir combater o passivo nas contas da EPUL, que ultrapassa aquele montante, devido a erros graves de contabilidade.
O plano de alienação dos lotes de terrenos pela Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL), ontem aprovado pelo executivo municipal, tem como objectivo diminuir o passivo de 13 milhões euros, apurados no final da gestão de 2007. Este pode ser o último fôlego para a empresa que se dedica à reabilitação urbana da cidade, já que está praticamente em falência técnica e o seu capital social diminuiu consideravelmente.
Segundo a Lei das Finanças Locais, duas soluções restavam à Câmara de Lisboa: acabar com a empresa municipal ou injectar capital. Com a aprovação ontem da venda de terrenos e das respectivas contas da gestão de 2006 e 2007, que tinham sido chumbadas em Julho, o presidente António Costa (PS) optou pela segunda hipótese.
Para a desastrosa saúde financeira da EPUL terão contribuído valorizações artificiais das receitas. Durante estas gestões, terão sido dados como lucros as vendas de fogos, mas cujo dinheiro nunca chegou a entrar nos cofres da empresa.
Ou seja, pressupondo que um fogo valeria 150 mil euros, mesmo sem ainda ter recebido tal valor, a contabilidade da EPUL considerava-o como receita total, apenas com base em contratos de compra e venda, sem que o dinheiro efectivamente fosse recebido. A falha só foi detectada pelos revisores de contas, que assinalaram essa irregularidade.
A venda dos terrenos - no Lumiar e Telheiras - não mereceu o consenso da oposição, que criticou o método escolhido de saneamento das contas pela dupla de vereadores do Urbanismo e Finanças, Manuel Salgado e Cardoso da Silva, respectivamente.
"Com esta alienação a EPUL vai concorrer de forma desleal com os promotores imobiliários", disse o vereador do PSD, António Prôa, que se absteve na votação das contas da empresa, cuja aprovação permitirá o funcionamento da mesma e a credibilidade junto da banca.
"Não nos foram facultados dados suficientes que digam que isto resolve o problema. Na Gebalis, a administração apresentou um plano de saneamento das suas contas, na EPUL não se verifica isso", criticou a vereador Helena Roseta, líder do movimento Cidadãos por Lisboa, que com o PCP, votou contra as contas.

Fonte: NUNO MIGUEL ROPIO jn.sapo.pt

Prédio do Rato pode ir a tribunal

O projecto de um prédio no Largo do Rato, Lisboa, foi aprovado em 2005, mas a maioria dos actuais vereadores da Câmara recusa agora a licença de construção. O promotor diz ter direitos adquiridos e vai levar o caso à Justiça.
Os administradores da Artepura, Investimentos Imobiliários, Paulo Nabais e Diogo Jardim, revelaram ontem, ao JN, a intenção de vir a processar a Câmara de Lisboa por esta recusar a respectiva licença de construção de um prédio, do qual são promotores, no gaveto formado pelas ruas do Salitre e Alexandre Herculano, frente ao Largo do Rato - cujo projecto de arquitectura foi aprovado em 2005, no mandato de Santana Lopes.
Além da Câmara, também cada um dos 11 vereadores que indeferiram a referida licença de construção poderá ser alvo de processos cíveis, ao abrigo do Regime da Responsabilidade Civil Extracontratual do Estado (Lei 67/2007), em que os representantes do Estado são solidários com os danos resultantes do exercício da função administrativa. A "gota de água" foi o segundo chumbo consecutivo da licença de construção do prédio no Largo do Rato, a 12 de Novembro, "sem fundamentação técnica ou jurídica que suporte a decisão camarária", segundo Paulo Nabais.
O primeiro chumbo foi a 29 de Junho, numa reunião camarária em que o presidente do Executivo, António Costa (PS), reforçou a doutrina de que "este Executivo não vai colocar em causa decisões anteriores, a não ser por nulidade do projecto". Apenas o PS, com seis votos, foi favorável à emissão da licença de construção.
A Artepura aguarda agora a notificação do segundo chumbo, e respectiva fundamentação técnica, para proceder aos processos judiciais, que tanto vão dar entrada num tribunal administrativo como no tribunal cível. Os dois administradores acreditam que, "tal como no primeiro chumbo, as justificações são de ordem estética, mas esse tipo de apreciação foi feito aquando do projecto de arquitectura", assinado pelos arquitectos Frederico Valsassina e Aires Mateus.
Este é mais um passo num processo que tem estado carregado de polémica. Aprovado em 2005, o projecto foi alvo de contestação em 2008, em que até foi dito que o Chafariz do Largo do Rato seria demolido, motivando uma petição com quatro mil assinaturas. Seguiram-se os dois chumbos.
"Sabemos que vamos gastar muito tempo e dinheiro com as acções judiciais e até vamos sofrer retaliações por causa disso. Achámos que não tínhamos de fazer barulho, mas isto é muito grave", diz Diogo Jardim.

Fonte: RICARDO PAZ BARROSO in jn.sapo.pt