terça-feira, 2 de outubro de 2012
CCB de portas abertas ao público
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Jacques Herzog - Herzog & de Meuron na Aula Magna
È já amanhã a conferência na aula magna, em Lisboa, do arquitecto Jacques Herzog.Local : Aula Magna
Data: 18/01/2011
Hora: 19:00h
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Já disponiveis resultados do concurso internacional "A House in Luanda"

O objectivo deste concurso de ideias é claro: conceber uma habitação unifamiliar de construção radicalmente barata para Luanda, cidade sujeita a uma enorme pressão demográfica e num processo intenso de transformação, adaptada às condições culturais, económicas e sociais do lugar.
Este projecto, promovido em colaboração com a Trienal de Luanda, deverá contar com a possibilidade das habitações comportarem soluções evolutivas, eventualmente em auto-construção, adaptando-se, assim, à velocidade de transformação do tecido social angolano e de Luanda como grande metrópole africana que, tendencialmente, será.
O concurso tem por finalidade seleccionar a melhor proposta para a concepção de um protótipo de unidade familiar que origine um pátio, com um baixo custo de construção, destinada a famílias em situação de grande carência, comummente constituídas por 7-9 pessoas ( Pais, 3 filhos e 2 avós ou Pais, 5 filhos, 2 avós) , num terreno de topografia plana, situado no perímetro de Luanda.
De entre os projectos escolher-se-á uma “shortlist” de 30 projectos finalistas. Os autores dos 30 projectos finalistas serão contactados pela Trienal para desenvolverem uma maqueta de apresentação da sua proposta que constará da exposição no Museu da Electricidade de 28 de Outubro 2010 a 16 de Janeiro de 2011.
Mais informação em: http://www.trienaldelisboa.com/pt
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Trienal de Arquitectura de Lisboa apresentada oficialmente
Todos os conteúdos da iniciativa ficaram a cargo de Delfim Sardo, que procurou centrar a Trienal na casa e na habitação, relacionando-as com as especificidades locais de cada cidade e a globalização.
Haverá dois concursos inseridos na programação da Trienal. O primeiro intitula-se ‘projecto Cova da Moura’ e consiste num desafio lançado às escolas de arquitectura e arquitectura paisagista, com o objectivo de compreender como a arquitectura pode contribuir para melhorar este bairro da Amadora, tendo em conta a complexa realidade social e cultural em que se insere.
O segundo concurso tem uma dimensão internacional e chama-se ‘A house in Luanda: Patio and Pavilion’. Consiste em desenvolver uma habitação unifamiliar nesta cidade que possui uma forte pressão demográfica. A grande contingência passa pelo facto de o projecto não poder ter um valor superior a 25 mil euros.
Também inseridas no âmbito da Trienal, estarão três exposições. A primeira terá lugar no Museu Colecção Berardo sob o nome do poema de Herberto Hélder: “Falemos de casas”; a segunda estará no Museu da Electricidade/ Fundação EDP e exibirá os resultados dos concursos; e a terceira terá lugar no Museu do Chiado, intitular-se-á ‘Falemos de casas: quando a arte fala de arquitectura’ e fará a ponte entre arte e arquitectura. De cada uma das exposições resultará um catálogo.
A 19 e 20 de Novembro haverá uma Conferência Internacional na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa que visa explicitar a relação entre arquitectura e democracia.
Outros projectos associaram-se à Trienal, como é o caso da exposição de António Bolote, ‘A última luz do dia’ ou ‘A cidade (não) existe’ de Pedro Machado Costa.
A Trienal representará Portugal na 12ª Bienal Internacional de arquitectura de Veneza, naquele que constitui um dos momentos mais importantes de divulgação internacional da arquitectura.
António Costa, relembrou o facto de a arquitectura nos 'perseguir', o que “coloca um problema político- a liberdade individual do criador. Por isso é importante alargar o debate público sobre a arquitectura. É fundamental a formação dos públicos”.
Após o sucesso alcançado pela primeira edição do evento, em 2007, a Trienal tem como missão promover a arquitectura, colocando-a no debate público e afirmando-a na procura da melhor qualidade de vida.
Segundo João Belo Rodeia, a Trienal é “um ambicioso projecto que envolve a sociedade civil e visa ultrapassar o âmbito da ordem dos arquitectos”. A sua programação dirige-se, portanto, para a população em geral e não para o público da área.
Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt