segunda-feira, 25 de novembro de 2013

SORO Arquitetos abre Loja dos Projetos em Lisboa



Loja dos Projetos é uma marca que reune e executa todos os serviços relacionados com a sua casa.

Desde o projeto de legalização da sua obra existente, o Licenciamento de uma obra nova, o projeto de Arquitetura, as especialidades de Engenharia Civil, Certificação Energética, a decoração de interiores e a instalação de mobiliário, a Loja dos Projetos nasce com o objectivo de facilitar a coordenação e comunicação com cliente sobre todos os serviços executados em sua casa.

A marca Loja dos Projetos materializa assim o esforço, dedicação e experiência adquirida ao longo do tempo em que arquitetos e várias equipas das várias especialidades e construtores reuniram no relacionamento natural que desenvolveram na sua actividade e em que têm colaborado reciprocamente através das parcerias já estabelecidas nos ultimos anos.

É assim que nasce com naturalidade esta marca que pretende ser um sinal de qualidade no mercado da construção e das remodelações bem como assim nos serviços de projeto, 3D e Design de Interiores em que todo o universo de serviços que disponibiliza ao cliente se complementam e são acompanhados desde o primeiro contacto até á obra ou projeto conluído.


Mais Informações:

http://www.lojadosprojetos.com/loja

https://www.facebook.com/LojadosProjetos
 

Alcino Soutinho foi exemplo de "entrega total" à arquitectura




Alcino Soutinho foi um exemplo de “entrega total” à arquitectura, alguém que soube construir o seu percurso com muita dedicação e empenho, afirma o presidente da Ordem dos Arquitectos.
João Belo Rodeia considera que Alcino Soutinho, que morreu no domingo, aos 83 anos, pode através do seu exemplo ajudar a iluminar o caminho de todos os arquitectos nestes tempos de grande dificuldade.
“Noutros tempos também nem sempre teve a encomenda que teve e, ao longo do tempo, foi construindo o seu percurso com muita dedicação, com muito empenho, porque só assim é que se conseguem atingir os objectivos que se têm”, afirma o presidente da Ordem dos Arquitectos.     
Para João Belo Rodeia, Soutinho “iluminou o seu próprio caminho” e pode servir de inspiração para “todos os arquitectos nestes tempos difíceis que atravessam”.
Nestas declarações à Renascença, o presidente da Ordem recorda a obra de Alcino Soutinho, em particular a Biblioteca-Museu Amadeo Sousa Cardoso, em Amarante, e o edifício da Câmara de Matosinhos.
O funeral de Alcino Soutinho realiza-se esta terça-feira, às 10h30, com missa na igreja do Cristo Rei, no Porto, onde o corpo está em câmara ardente.
O Presidente da República, Cavaco Silva, lembrou esta segunda-feira o "invulgar talento" do conhecido arquitecto da “escola do Porto”, sublinhando o contributo inestimável que deu para a difusão internacional da arquitectura portuguesa.
A Secretaria de Estado da Cultura destacou a dedicação de Alcino Soutinho à investigação, ao ensino, e à renovação da paisagem urbana em Portugal.

Mais em: http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=130527

terça-feira, 25 de junho de 2013

Pavilhão 100% reciclado


Feito com garrafas e garrafões de plástico
Imagens: studioKCA.com



Head in the Clouds (cabeça nas nuvens) é o nome do mais recente pavilhão desenhado para a “city of dreams art celebration” 2013, evento promovido pelo FIGMENT, em associação com o Emerging New York Architect Committee (ENYA) da American Institute of Architects New York Chapter (AIANY), e pela Structural Engineers Association of New York (SEAoNY), e que pode ser visitado até 22 de Setembro em Governors Island, Nova Iorque.

Explorando o conceito de sustentabilidade, este pavilhão projectado pelos arquitectos Jason Klimoski, AIA, e Lesley Chang do studioKCA é inteiramente construído com materiais recicláveis, reutilizando 53.780 garrafas e garrafões de plástico – aproximadamente a quantidade que é descartada na cidade de Nova Iorque em cerca de 1 hora.

A estrutura do pavilhão é feita a partir de tubos de alumínio que utilizam menos material e são mais fáceis de transportar do que os materiais tradicionais, tais como a madeira. Os garrafões são usados para criar 120 "almofadas" que conferem ao pavilhão a sua forma de nuvem irregular, orgânica. O interior é revestido com garrafas de plástico preenchidas com água e corantes alimentares orgânicos, criando um espaço de estar colorido com diversas tonalidades de azul, com capacidade para cerca de 50 pessoas.

O pavilhão "Head in the Clouds" oferece aos visitantes a oportunidade de caminhar nas nuvens e vivenciá-las de dentro para fora. As nuvens são elementos de água e movimento que parecem formar animais, pessoas e cidades aos sonhadores que olham para o céu. Com suas "cabeças nas nuvens" estes observadores do céu visualizam formas fantásticas, ideias e espaços. Este pavilhão é um lugar dedicado ao sonho e o projecto vencedor deste ano exemplifica este ideal ao criar um espaço onde os visitantes podem perder-se simultaneamente nesta estrutura de nuvem, bem como nas nuvens no céu em torno deles.

O FIGMENT é um evento participativo e independente de artes realizado em várias cidades e atraindo dezenas de milhares de participantes a cada ano. FIGMENT celebra uma abundância de criatividade e paixão, desafiando os artistas e as nossas comunidades a encontrar novas maneiras de criar, compartilhar, pensar e sonhar, com eventos em várias cidades em os EUA e na Austrália, e exposições interactivas em Governors Island, Nova Iorque, durante a temporada de verão. Para mais informações sobre as cidades participantes, visite www.figmentproject.org.

Fonte: ArchReady - 19/jun/2013

Pavilhão Serpentine Gallery 2013 por Sou Fujimoto


 



© Sou Fujimoto Architects | Imagem © Studio Cyrille Thomas for Sou Fujimoto Architects
Projectado pelo premiado arquitecto japonês Sou Fujimoto, o pavilhão da Serpentine Gallery 2013 estará aberto ao público a partir do próximo sábado dia 8 de Junho e poderá ser visitado até 20 de Outubro de 2013.
Desde 2000, a Serpentine Gallery convida anualmente arquitectos de reconhecimento internacional para projectar um pavilhão nos espaços exteriores da galeria, abrigando um programa cultural de verão, funcionando como uma montra exclusiva para a arquitectura contemporânea que atrai cerca de 300 mil visitantes por ano, destacando-se regularmente como uma das 10 exposições de arquitectura e design mais visitadas do mundo.
As edições anteriores contaram com projectos da autoria de Zaha Hadid (2000), Daniel Libeskind (2001), Toyo Ito (2002), Oscar Niemeyer (2003), Álvaro Siza e Eduardo Souto de Moura (2005), Rem Koolhaas com Cecil Balmond e Arup (2006), Olafur Eliasson, Cecil Balmond e Kjetil Thorsen (2007), Frank Gehry (2008), Kazuyo Sejima e Ryue Nishizawa - SANAA (2009), Jean Nouvel (2010), Peter Zumthor (2011) e Ai Weiwei com Herzog & de Meuron (2012).
Amplamente reconhecido como um dos mais importantes arquitectos da actualidade, Sou Fujimoto, de 41 anos, é o 13º arquitecto a aceitar o convite de projectar a estrutura temporária para a Serpentine Gallery. Explorando estruturas orgânicas, o seu trabalho tem inspirado uma nova geração de artistas na procura de reinventar a relação do indivíduo com o ambiente construído.

© Sou Fujimoto Architects | Imagem © 2013 Iwan Baan
A estrutura projectada consiste em diversas treliças de aço com 20 milímetros, resultando numa aparência leve e transparente, como uma nuvem que se funde com a paisagem e com as formas clássicas da colunata da Galeria. Com uma área de cerca de 350 m2, a estrutura foi concebida como um espaço social, flexível e polivalente, onde os visitantes são convidados a entrar e interagir de diversas formas.

© Sou Fujimoto Architects | Imagem © 2013 Iwan Baan
Citando o arquitecto Sou Fujimoto “Seja a assistir a um evento ou simplesmente relaxar no parque, cada pessoa é convidada a encontrar um espaço singular, o seu favorito, dentro e ao redor do Pavilhão. Durante o dia, ele irá funcionar como um espaço aberto a todos os visitantes, com um café no seu interior. Os terraços formados pelos socalcos com maior área podem ser usados como espaços de eventos, enquanto os outros proporcionam espaços para cada visitante a habitar e explorar. De certos pontos de vista, a forma de nuvem frágil do Pavilhão parece fundir-se com a estrutura clássica da Serpentine Gallery, e os seus visitantes parecem estar suspensos no espaço entre arquitectura e natureza.”

© Sou Fujimoto Architects | Imagem © 2013 Iwan Baan
No dia da sua abertura ao público, no próximo sábado 08 de Junho de 2013, o arquitecto Sou Fujimoto fará parte de uma palestra pública, a primeira de uma série de eventos públicos que terão lugar durante o verão, onde é convidado a falar sobre o seu percurso profissional, focando sobretudo o seu projecto visionário para a Serpentine Gallery Pavilion 2013, onde experimenta conceitos de imaterialidade e leveza.
Saiba mais em http://www.serpentinegallery.org

Fonte: Archready

terça-feira, 11 de junho de 2013

Brasil reconhece cursos portugueses de engenharia e arquitectura

Os governos de Portugal e do Brasil assinaram esta segunda-feira, em Lisboa, protocolos que permitem a validação dos cursos de engenharia e arquitectura leccionados em ambos os países.

O acordo sobre o reconhecimento dos cursos põe fim a um longo processo e foi firmado no Palácio das Necessidades pelo ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, pelo ministro das relações Exteriores do Brasil, António Patriota, conta com a presença dos ministros da Educação dos dois países. 

O responsável português pela pasta da Educação, Nuno Crato, considera que foi dado um grande passo na cooperação entre os dois países.
“É um acordo de uma importância que é difícil descrever em poucas palavras, porque os senhores reitores foram fazer aquilo que é certo, que é encontrar, universidade a universidade, como é que os reconhecimentos de graus podem ser estabelecidos. Isso é importante para portugueses poderem trabalhar no Brasil e brasileiros poderem trabalhar em Portugal, mas é sobretudo importante para o desenvolvimento de ambos os nossos países”, declarou Nuno Crato.
“Os nossos países têm uma longa história de colaboração e eu saliento que agora, mais uma vez, estamos a construir a colaboração na base da ciência, da educação avançada, dos técnicos e dos especialistas”, sublinhou o ministro da Educação e Ciência.
Os protocolos foram celebrados no âmbito da visita a Portugal da Presidente do Brasil, Dilma Rousseff, que esta segunda-feira tem encontros marcados com o Presidente da República Cavaco Silva e com o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho.

Governo faz apelo às ordens dos engenheiros e arquitectos
Paulo Portas apelou às ordens profissionais dos engenheiros e dos arquitectos para darem seguimento aos acordos assinados esta segunda-feira entre Portugal e o Brasil sobre o reconhecimento dos respectivos cursos académicos. 
"O acordo entre as universidades e o passo que nós damos aqui é muito importante e espero que o mesmo sentido construtivo venha a existir entre as ordens profissionais dos dois países", disse o ministro dos Negócios Estrangeiros.

"O título académico está reconhecido, com regras. Não há razão para que os títulos não sejam reconhecidos e a possibilidade de exercício profissional não seja reconhecida", sublinhou Pauo Portas.

Em declarações à Renascença, o presidente do Conselho de Reitores avisa que o processo não está ainda acabado. António Rendas explica que o reconhecimento dos cursos só fica assegurado ao nivel académico, agora é necessário que as ordens profissionais façam o resto.

Fonte: http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=110567

terça-feira, 2 de outubro de 2012

A arquitectura e o design estão a reinventar a cortiça portuguesa


 
Pavilhão de Portugal - Expo 2010 Xangai

Não se pode dizer que o mundo da arquitectura e do design tenha descoberto agora a cortiça portuguesa porque não seria verdade. Basta para isso lembrar o sucesso do Pavilhão de Portugal na Expo 2010, em Xangai, todo revestido a cortiça, ou os produtos portugueses que há muito chegaram à loja do MoMA, o Museu de Arte Moderna de Nova Iorque. Mas se em 2010 a cortiça era especialmente usada por portugueses, em 2012 parece ser a aposta de artistas e arquitectos de todo o mundo.
Depois de ter sido o material escolhido pela dupla de arquitectos Herzog & de Meuron com o artista Ai Weiwei para o pavilhão de Verão deste ano da Serpentine Gallery, em Londres, e de ter sido o motivo de um concurso de design do Vitra Design Museum, não será de estranhar se a partir de agora começarmos a ver a cortiça cada vez mais associada a projectos internacionais. 
Com esta aposta surgem novas aplicações do material. Começou como uma tendência para as peças de mobiliário e decoração, como mesas, cómodas e cadeiras, mas hoje já tudo, ou quase tudo, é possível. Candeeiros, roupa e calçado, acessórios de moda como colares, pulseiras e cintos, auscultadores e colunas, malas, guarda-chuvas, cadernos. A lista do que já existe é longa mas a das possibilidades parece ser ainda maior, como se comprovou no concurso de Verão do museu alemão Vitra Design Museum que, em parceria com o Domaine de Boisbuchet e a Corticeira Amorim (CA), desafiou jovens designers de todo o mundo a conceberem novas aplicações de cortiça. A resposta foi massiva e das 367 propostas destacou-se a de Ana Loskiewicz, designer polaca que venceu o concurso com uma colmeia de cortiça pensada para os grandes centros urbanos.
"Fiquei surpreendida com as possibilidades da cortiça, que além de ser um material realmente bonito é muito fácil de trabalhar", diz ao PÚBLICO a jovem polaca, que venceu o prémio no valor de dez mil euros e que ajudará a tornar a sua ideia num projecto comercializável. "Este é um projecto complicado, ainda é preciso fazer alguns testes, perceber como se dão as abelhas com esta colmeia, e provavelmente fazer algumas melhorias, mas é claro que o objectivo é que seja produzido em grande escala", explica a designer, que quer continuar a trabalhar com a cortiça. "É incrível como quase não há desperdício no processo de produção, além de ser um material que mostra como as pessoas podem usar a natureza de uma forma equilibrada e sustentável."
A sustentabilidade é, aliás, o argumento mais utilizado por Carlos Jesus, director de Marketing e Comunicação da CA e membro do júri que premiou Ana Loskiewicz. "A cortiça tem algo que o design e a arquitectura precisam, é um produto inovador que comporta sustentabilidade para as obras dos seus criadores e é por isso que vamos ver cada vez mais projectos com este material", diz ao PÚBLICO Carlos Jesus, que garante que "isto não é uma questão de moda". "É resultado de um longo trabalho de educação", explica, defendendo que num momento em que a preocupação ambiental é cada vez mais importante, a escolha dos materiais tem de ser mais cuidada.
Projectos de todo o mundo
É por isso que, diz, concursos como o que do Vitra Design Museum são uma montra de possibilidades, uma prova de como a arte se consegue tão bem reinventar. "O que vimos por lá foi incrível, não foi fácil decidir porque tivemos propostas de todos os tipos, o que dá uma ideia da abrangência da cortiça, da diversidade de mercados que pode atingir", conta Carlos Jesus. 
Essa abrangência é notória nas menções honrosas: uns headphones, uma geleira, uma tomada eléctrica, uma linha de cadeiras, e tecido de cortiça. "E mais poderiam estar nesta lista, a verdade é que estamos a olhar para vários projectos que vimos neste concurso e que têm muito potencial", revela o responsável, explicando que algumas das ideias estão a ser estudadas para chegarem ao mercado nos próximos tempos. "Pela sua qualidade e interesse, alguns projectos vão ser comercializados porque há de certeza mercado para isso", garante. 
Mas para Carlos Jesus o mais surpreendente do concurso foi mesmo a quantidade de candidaturas de países tão distintos como o Irão, o Japão, a Nova Zelândia, o Brasil, a Grécia ou os Estados Unidos. Portugal foi dos países com mais propostas, ao lado de Espanha. "Isto demonstra o potencial e o interesse dos artistas pela cortiça, é que mesmo aqueles que não têm uma tradição com este material conseguiram agarrá-lo."
Não será, no entanto, por acaso que nos últimos tempos a cortiça se tornou a nova coqueluche da arte. Quando, em 2010, Xangai recebeu a Expo, o Pavilhão de Portugal foi um dos que mais deu que falar. O motivo? A sua arquitectura e o material usado. "O pavilhão, todo revestido com cortiça, foi um dos mais visitados e acabou premiado, e convenhamos que numa Expo como aquela Portugal não era o destaque", diz Carlos Jesus, lembrando que os visitantes chegavam até a tirar pedaços do edifício como recordação. 
"Será por acaso que dois anos depois do sucesso na China, um artista chinês [Ai Weiwei] escolheu a cortiça para o seu projecto na Serpentine? É coincidência? Nunca saberemos, porque este é um impacto difícil de medir, mas a verdade é que estamos a crescer", assegura. Esta utilidade da cortiça não foi descoberta agora. O que está a acontecer, diz, é que a estamos a descobrir novamente. "Estamos a recuperar algo que Frank Loyd Wright já utilizava nos anos 1930. Parece é que depois o mundo se esqueceu e a modernidade passou a ser o plástico. Felizmente, estamos a voltar para a cortiça e a renovar a sua utilidade."
Carlos Jesus garante que também não é por acaso que a Corticeira Amorim tem apoiado todas estas iniciativas, assumindo que a empresa quer estar do lado do design e da arquitectura. "São duas áreas muito importantes para nós e nas quais queremos continuar a apostar."
É, por isso, provável que mais projectos sejam anunciados em breve. "Há uma série de projectos com designers e arquitectos de renome internacional em que estamos a trabalhar."

Lisboa abre mais de 50 espaços a visitas gratuitas em fim-de-semana Open House

Organizada pela Trienal de Arquitectura, a Lisboa Open House realiza-se nos dias 6 e 7 de Outubro e permitirá visitar grauitamente mais de 50 espaços “de valor arquitectónico ou cultural inquestionável”.
"Quantos de nós param para olhar o festim que é a arquitectura lisboeta? Mesmo se entrarmos num grande edifício público, sabemos qual o factor intrínseco que o torna especial?"
A questão, em forma de convite ao aprofundamento e visita, é levantada por Herbert Wright, consultor curatorial da Lisboa Open House, um envento que se realiza pela primeira vez na capital numa organização da Trienal de Arquitectura de Lisboa -  cuja terceira edição decorre em Dezembro de 2013. Criada em Londres em 1992, a iniciativa, sem fins lucrativos, informa a organização, "guia-se por princípios simples mas desafiantes: mostrar arquitectura de excelência ao público em geral, suscitando e estimulando o interesse no património edificado".
É assim que, nos dias 6 e 7 de Outubro (sábado e domingo), mais de 50 espaços únicos da cidade se abrem a visitas gratuitas. Entre eles, o  Palácio Sinel de Cordes, o Supremo Tribunal de Justiça, a Casa da Moeda, o Cinema São Jorge, o antigo Hotel Vitória, a nova sede da RTP, a Fundação Champalimaud, a escola secundária José Gomes Ferreira, o Aqueduto das Águas Livres ou mesmo um apartamento em Telheiras. 
"Na estreia deste evento, Lisboa vai revelar um conjunto de edifícios, tanto clássicos como contemporâneos. De valor arquitectónico ou cultural inquestionável, esta primeira selecção compreende uma diversificada lista de património edificado com diferentes tipologias", de "casas particulares a infra-estruturas ou monumentos nacionais", referem em comunicado.  
A organização criou um guia de bolso, também acessível online, onde constam todos os espaços a visitar
Lisboa passa assim a integrar a rede Open House, de que fazem parte cidades como Londres (Inglaterra), Dublin (Irlanda), Telavive (Israel), Melbourne (Austrália), Barcelona (Espanha), Roma (Itália) ou Nova Iorque e Chicago (EUA).

Lisboa Open House - A visitar


ANTIGO HOTEL VITÓRIA
APARTAMENTO EM TELHEIRAS
AQUEDUTO DAS ÁGUAS LIVRES
ATELIER FRANCISCO AIRES MATEUS
AUTO PALACE
BAIRRO DA MOURARIA
BAIRRO DE ALVALADE
BANHOS DE S. PAULO - SEDE NACIONAL DA ORDEM DOS ARQUITECTOS
BIBLIOTECA NACIONAL DE PORTUGAL
BLOCO DAS ÁGUAS LIVRES
CAIS DA PEDRA
CASA DA MOEDA
CASA GUSTAVO DE MATOS SEQUEIRA
CASA SOFIA E MANUEL AIRES MATEUS
CENTRO DE COMANDO OPERACIONAL DE LISBOA
CENTRO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO JACOB RODRIGUES PEREIRA
CINEMA S. JORGE
COMANDO METROPOLITANO DE LISBOA E MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA
COMPLEXO DAS AMOREIRAS
EDIFÍCIO LIBERTY SEGUROS
ESCOLA EB1 DO BAIRRO DE S. MIGUEL
ESCOLA SECUNDÁRIA D. DINIS
ESCOLA SECUNDÁRIA JOSÉ GOMES FERREIRA
ESTAÇÃO DE METRO BAIXA-CHIADO
ETAR DE ALCÂNTARA
FUNDAÇÃO CENTRO CULTURAL DE BELÉM
FUNDAÇÃO CHAMPALIMAUD - CHAMPALIMAUD CENTRE FOR THE UNKNOWN
HOTEL RITZ
IGREJA DE FÁTIMA
IGREJA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS
JARDIM BOTÂNICO - UNIVERSIDADE DE LISBOA
MOSTEIRO DOS JERÓNIMOS
MUSEU BORDALO PINHEIRO
MUSEU DA ELECTRICIDADE - CENTRAL TEJO
MUSEU DE MARINHA
MUSEU NACIONAL DE HISTÓRIA NATURAL E DA CIÊNCIA - UNIVERSIDADE DE LISBOA
NOVA SEDE DA RTP
NÚCLEO ARQUEOLÓGICO DO CASTELO DE S. JORGE
OBSERVATÓRIO ASTRONÓMICO DE LISBOA, UNIVERSIDADE DE LISBOA
PAÇO DA RAINHA
PALÁCIO DO LORETO
PALÁCIO MENINO DE OURO (BRITISH COUNCIL)
PALÁCIO NACIONAL DA AJUDA
PALÁCIO SINEL DE CORDES
PIZZERIA CASANOVA
REITORIA DA UNIVERSIDADE DE LISBOA
RESERVATÓRIO DA MÃE D'ÁGUA DAS AMOREIRAS
SÃO LUIZ TEATRO MUNICIPAL
SEDE SOCIAL DO METROPOLITANO DE LISBOA
SEDE, MUSEU E CENTRO DE ARTE MODERNA DA FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN
SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA
TEATRO NACIONAL D. MARIA II
TEATRO THALIA
TERMINAL FLUVIAL - INTERFACE DO TERREIRO DO PAÇO