segunda-feira, 4 de abril de 2011

Tatami Japanese Restaurant - Arquitectos Jassim AlShehab

Localizado no centro de negócios da baixa do Kuwait, Jassim desenvolveu um coneito de restaurante japonês baseado no ambiente industrial da cidade. Aproveitou a fachada principal do edifício para desenvolver os espaços de refeição dos clientes criando o bar de suhi no lado oposto á fachada principal. A cozinha desenvole-se logo atrás do bar. A luz, o ambiente, a circulação e os materiais escolhidos seguiram este conceito simples de disposição fazendo contrastar duas vivências de espaços, o interior e o exterior, usando para isto a próprias fachada do edifício como elemento integrado no espaço interior do restaurante. O interessante deste projecto é que a equipa do projecto conseguiu trabalhar a diferentes escalas, desde a rua até ao interior mantendo a imagem criada para o conceito do restaurante coerente e uniforme. O pormenor dado a certos elementos decorativos de forma original acentuam e reforçam o conceito de caracter industrial do projecto.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Livraria em Manhattan de McNally Jackson por Front Studio Architects


McNally Jackson é um dos livreiros independentes maiores na Baixa de Manhattan.
O proprietário desejou criar um novo conceito de café, como um lugar evocativo da literatura sobretudo porque o café precedente não refletia o espírito e o caráter individuais da livraria e de seus usuários.

Uma colaboração fluida entre o proprietário e os arquitetos tornou possível a abordagem ao projecto por forma a possibilitar a concretização do programa e a conciliação de espaços que potenciam o acto de ler.

Os arquitectos responsáveis foram originais na concepção da livraria/café ao desenharem peças de mobiliário não standart personalizando o tratamento do espaço interior da loja, aspecto que é muitas vezes esquecido nos projectos contemporaneos por serem escolhidas peças de catalog que muitas das vezes são mais caras do que a própria concepção de mobiliário personalizado.

Todo o inteior da livraria é forrado com cópias de capas de livros tornando o seu ambiente diferente e original.

Debate sobre construção sustentável

A Agência Regional de Energia e Ambiente do Oeste – OesteSustentável prossegue com o ciclo de eventos e o próximo é já no dia 17 de Fevereiro, pelas 18h, na sede da OesteCIM, nas Caldas da Rainha, com um debate sobre Construção Sustentável.

O evento contará com uma apresentação da OesteSustentável, seguida de uma apresentação de metodologias e serviços assim como a apresentação de case-studies de Projectos de Arquitectura Bioclimática, e neste sentido foi convidado o arquitecto Nuno Moreira, cuja intervenção incidirá sobre conceitos urbanos de sustentabilidade.
A iniciativa contará com o contributo de Isabel Santos, por parte da empresa Ecochoice, que dará testemunho da sua experiência em Construção Sustentável, Ambiente Urbano Sustentável e Energia.

A participação nesta iniciativa é gratuita. No entanto, os interessados deverão inscrever-se até esta quarta-feira, dia 16 de Fevereiro, enviando um e-mail para oestesustentavel@oestedigital.pt.

Cidade do Porto recebe três prémios mundiais de Arquitectura

Três edifícios do Porto foram distinguidos como edifícios do ano de 2010 pelo site 'Arch Daily'. O edifício Vodafone, o Closet House e o bar da Associação de Estudantes da Faculdade de Arquitectura na Queima das Fitas de 2008 são os premiados.

O edifício da vodafone é da autoria dos arquitectos José Barbosa Pinto e Pedro Lopes Guimarães premiados na categoria de Arquitectura Institucional. Marta Costa e Henrique Pinto são os donos da Closet House distinguida como o melhor projecto de interiores. Mas a surpresa foi para Diogo Aguiar e Teresa Otto, responsáveis do bar da Associação de Estudantes da Faculdade de Arquitectura que levam para casa a vitória na categoria de Hotéis e Restaurantes.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Jacques Herzog - Herzog & de Meuron na Aula Magna

È já amanhã a conferência na aula magna, em Lisboa, do arquitecto Jacques Herzog.

Local : Aula Magna
Data: 18/01/2011
Hora: 19:00h

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

SHO Shaun Hergatt - Robert D. Henry Architects

Robert D. Henry Archiotects finalizaram recentemente mais um restaurante, desta vez localizado em Manhattan, na Broad Street em Nova York.

Conceberam um conceito realçando verdadeiramente os cinco sentidos dos promissores clientes deste restaurante criando espaços únicos e originais inspirados na cultura oriental mas interpretando a sua tradição realizando a transição para novos conceitos.


Dividindo o espaço interior por vários portais temáticos, experimentando vários ambientes que dispertam os vários sentidos, os utilizadores são guiados até á sua mesa onde o objectivo é jantarem ou almoçarem num ambiente único e tranquilo.





Atelier: http://www.rdh-architects.com

Novo tipo de Fachada Térmica

O novo protótipo de fachada criado pelo estudio Decker Yadon possibilita o controlo automático sem recurso a energia do calor e intensidade solar ao longo do dia.



Este novo processo utiliza um elastomero dielectrico para deformar uma pelicula em volta de um finissima chapa de aço permitindo este extender ou encurtar consoante a temperatura a que fica sujieito.

Assim ao longo do dia e das estações do ano este tipo de cortina altera a sua forma em tempo real apenas dependendo da temperatura ambiente.

Pode ser aplicado no interior de vidros duplos ou mesmo como elementos decorativos no exterior da fachada.

A maior potencialidade desta invenção é que não depende de energia para a sua funcionalidade contribuindo em muito para a sustentabilidade do edifício.

Mais informações em:
http://www.fastcodesign.com/1662975/mighty-building-facade-beats-solar-heat-with-mechanical-muscles

sábado, 27 de novembro de 2010

Batumi Aquarium – Georgia

O escritório dinamarquês Henning Larsen Architects foi o vencedor do concurso internacional para um novo aquário na região de Batumi, na Georgia. O projeto, segundo os autores, foi inspirado em seixos, “cujas formas são moldadas continuamente pelas ondas da praia de Batumi”. O edifício foi concebido como uma formação rochosa – como uma combinação de seixos gigantes – que podem ser vistos da terra ou do mar. Cada uma dos quatro “seixos” principais que compõem a forma representam um biotipo marinho.


A ideia, segundo os arquitetos responsáveis pelo projeto é que a edificação, de 2.000 m2, seja um “aquário moderno e que ofereça aos visitantes uma jornada estimulante pelos mares, do ponto de vista educacional, do entretenimento e também visual. O espaço central, multiuso, é reservado a atividades comerciais e um café, assim como oferece flexibilidade para a realização de apresentações e oficinas.

Ainda segundo os autores: “Ao redor do aquário, uma paisagem marcada por arquipélagos oferece oportunidades atrativas para atividades de pesquisa e de educação a céu aberto, assim como encontros informais na beira da praia. Sua forma expressiva, inspirada na natureza, faz do Aquário de Batumi não apenas um monumento espetacular na Georgia, mas uma contribuição inovadora para a exploração da vida marinha.”




Ficha Técnica:

Batumi Aquarium

Autores: Henning Larsen Architects

Equipe: Louis Becker (diretor de projeto, sócio) Anders Park (gerente de projeto), Viggo Haremst (responsável pelo projeto), Michael Sørensen and Jaewoo Chun.

Local: Batumi – República da Georgia
Área: 2.000 m2
Seleção: Concurso por convite.
Ano do concurso/projeto: 2010

Fonte: http://concursosdeprojeto.org


Sobre o concurso "A House in Luanda: Patio and Pavilion"

A trienal de arquitectura de Lisboa organizou entre vários concursos de arquitectura, um concurso dedicado á temática da Habitação, com custos reduzidos ao extremo com o objectivo de encontrar soluções inovadoras que ponham em evidência a concepção de casas economicamente ao alcance de todos.
O que se verificou, em minha opinião foi uma clara amostra a nível de linguagens conceptuais que o juri, Alvaro Siza Vieira, João Luis Carrilho da Graça, Fernando Mello Franco, Berry Bergdol e Ângela Mingas se deixou levar puramente pela estética e tipo de soluções apresentadas desvirtuando quanto a mim a principal questão que se coloca;
É possível executar uma casa em luanda, que construa cidade, desenvolva um sistema urbano sustentável, com capacidade evolutiva com uma tipologia para 7 a 9 utentes?, com 25000€?
Sim é possivel, mas não com os projectos que foram apresentados como vencedores, nem tão pouco com os materiais sugeridos.
O vencedor é um projecto de uma casa em madeira, não tendo nada contra a mdeira, não saberão os juris da mão de obra especializada que é necessária para a concepção de uma casa em madeira.
Existe em angola a cultura de manutenção da floresta que permita a construção de cidades em larga escala em bairros de madeira de modo a se tornar num sistema sustentado?
Uma casa em madeira de 100m2 com tendência a aumentar ou concebida segundo um sistema evolutivo para aumento de tipologia não se fica pelos 25000€, por favor, acho que qualquer arquitecto sabe disso, um medidor orçamentista por mais que deseje não consegue chegar o preço para este patamar.
Se estivermos a falar num sistema que, e como sugerido no próprio programa de concurso, deveria ter possibilidade de evoluir num sistema vertical, o projecto a ser seleccionado não poderia ser em madeira.
Aqui se verifica o ecletismo falso que se revestem alguns concursos em mostrar uma arquitectura sob um tema real mas que responde com falsidade desvirtuando o verdadeiro objectivo do papel da arquitectura que deve tomar na procura de soluções economicamente vantajosas uma posição de vanguarda respondendo com eficácia aos problemas que lhe são colocados.
Não tendo em mente o universo de projectos que concorreram nas mais diversas linguagens, os projectos não podem ser seleccionados apenas pelo valor estético ou funcional mas também pelo valor económico que se revestem as propostas.
Uma das exigências do concurso era precisamente a restrição do orçamento em 25000€ por habitação.
Assim dou os meus parabéns á trienal e aos seus mentores por se lembrarem de temas verdadeiramente importantes e contemporaneos, dando uma nota zero ao juri que quanto mim neste concurso falhou.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Mês do Estudante de Arquitectura na Livraira A+A


ZED Factory pela 1ª vez em Portugal

ZED Factory, o atelier responsável pelo projecto BED ZED, o aclamado bairro britânico com edifícios de baixo impacto ambiental, vai estar dia 23 de Outubro nas II Jornadas Quercus de Arquitectura Sustentável, no Porto.

No passado dia 18 de Setembro deram início as II Jornadas Quercus de Arquitectura Sustentável no Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett no Porto.

No segundo painel a 23 de Outubro, o tema incidirá sobre os “Materiais e Tecnologias Sustentáveis”. O objectivo passa por dar a conhecer e promover materiais amigos do ambiente utilizados na construção como por exemplo o bambu e a palha, assim como tecnologias passíveis de melhorar, entre outros, o desempenho energético do edifício. É o caso do atelier ZED Factory, que estará pela primeira vez em Portugal para nos apresentar um caso prático de um quarteirão. Autor do projecto Bed Zed, este atelier tem desenvolvido uma prática inovadora, projectando edifícios com baixo impacto ambiental, onde o edifício fornece a sua própria energia sem recorrer a combustíveis fósseis ou a energia nuclear.

No segundo painel destacam-se ainda as apresentações do primeiro edifício na Península Ibérica com a Certificação Leed de nível “Gold” da Sonae e a apresentação do arquitecto Ignasi Pérez Arnal , autor do livro “Eco-Materiais”.

Esta II edição das Jornadas Quercus de Arquitectura Sustentável prima pela apresentação de novas soluções tecnologicamente sofisticadas e de casos de estudo com grande impacto no âmbito do sistema arquitectónico nacional. Um dos principais objectivos das jornadas é o de visar e explanar soluções que ajudem a incrementar, de uma forma eficaz, uma arquitectura realmente sustentável. Este evento tem sido uma oportunidade valiosa para técnicos e estudantes contactarem com novas tecnologias e comunicarem em primeira mão com os principais pioneiros da área da construção sustentável.

As II Jornadas Quercus de Arquitectura Sustentável tem como mecenas principal a ADENE, Agência para a Energia e a Soares da Costa e como mecenas das Jornadas a Natura Towers e a Mapei. Conta ainda com o apoio da Câmara Municipal do Porto, da Secção Regional Norte da Ordem dos Arquitectos, da Ecoemotion e da GCI.

Mais informações em http://jornadasquercus.com
Contactos: 222 011 065 / 931 620 212
Adriana Floret, arquitecta, coordenadora do evento (tlm 91 7405510)

sábado, 9 de outubro de 2010

Concurso "Quero um projecto de arquitectura"

O atelier português de arquitectura, SORO está a organizar um concurso de forma inovadora, online no facebook para oferecer de forma gratuita um projecto de arquitectura destinado a uma moradia uni familiar em portugal continental.

Para se habilitarem a ganhar o projecto de arquitectura, os concorrentes terão apenas de enviar para o email do atelier uma justificação ou razão pela qual desejam o projecto de arquitectura, enviar uma ou duas fotos do terreno e respectivos dados de localização do terreno.

Mais informação como participar aqui na página do facebook do atelier.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Público - "Que se lixe o contexto"


"Fuck the context" ["Que se lixe o contexto"]. Esta radical e provocadora afirmação foi feita, em 1995, pelo arquitecto Rem Koolhaas e ilustra não só a sua iconoclástica apologia de uma auto-suficiente "grandeza" (bigness - não confundir com grandiosidade, conceito qualitativo) que se sobrepõe a todos os valores, como contexto, discurso artístico, identidade e até à necessidade da própria arquitectura.

O objecto arquitectónico a partir de uma certa escala passa a um ponto sublime de auto-suficiência expressiva e afirma-se sem necessitar de diálogo com a envolvente. Pelo contrário, este desprezo pelo contexto é a condição imperativa para o seu carácter sublime. Este conceito foi desenvolvido a partir de Delirious New York (originalmente publicado em 1978) com uma retórica sedutora e eficaz, não tivesse Koolhaas sido, antes, jornalista e scriptwriter cinematográfico. Ora, a única palavra para descrever esta atitude é arrogância. E quando ela é aplicada numa arte e actividade que transporta em si uma tamanha influência e responsabilidade na qualidade de vida quotidiana e na sua relação com a paisagem e a Natureza, como a arquitectura, as consequências, essas sim, são enormes.

Passemos agora para o projecto Estoril Residence, de Gonçalo Byrne, no local do antigo Estoril Sol. Não pretendo aqui desenvolver apreciações sobre a demolição do Estoril Sol (já o fiz no PÚBLICO - Sol no Estoril, Delírios em Lisboa) ou considerações estéticas sobre a sua arquitectura (já o tratei na perspectiva do Genius Loci no PÚBLICO, Eclipse Total no Estoril, 19/8/2007), mas sim sobre a "conveniência" deste projecto para uma vila e uma região costeira, que se pretende afirmar perante o turismo internacional de qualidade, como vila histórica consolidada e inserida numa paisagem de beleza natural autêntica e preservada.

Cascais tem procurado afirmar o prestígio do seu carácter histórico patrimonial num pretendido equilíbrio dialéctico entre as características pitorescas de uma vila piscatória e a erudição aristocrática das villas e palacetes vindas do período D. Carlos. Isto, também numa continuação contrastada de uma pretendida sofisticação mais cosmopolita representada pelo Estoril e pelo Monte Estoril, imediatamente adjacente. Ora, não precisamos de relembrar os recentes acontecimentos do Tamariz, para sentir a confirmação de que estes locais há muito que se transformaram em zonas de expansão e ocupação da verdadeira megacidade-dormitório periférica em que esta costa se transformou. Processo este iniciado, muito antes, com as primeiras construções J. Pimenta, que marcaram também o início da ausência de planeamento estratégico e do "eclipse" da Costa do Sol.

Nesta perspectiva, é difícil compreender a aprovação deste projecto residence pelo autarca de


Cascais, na oportunidade única que constituiu a demolição do Estoril Sol, para se desenvolver um outro projecto com uma boa contextualização histórica nas pretendidas características de Cascais e com uma inserção corrigida e correcta na paisagem. Isto, depois de um "delírio" prévio e irresponsável, com a ideia de uma torre na marina e depois da polémica inserção forçada do centro comercial na escala "Estado Novo", da entrada da vila.

Que dizer (escultura habitável?) sobre um objecto arquitectónico "autista", hermético, que pretende existir em auto-suficiência egocêntrica, num isolamento arrogante que despreza a paisagem, violentando-a... um edifício completamente dependente da climatização artificial, que pretende servir de plataforma privilegiada para usufruir de um horizonte marítimo, mas onde não se pode abrir uma única janela?

Nesse aspecto, a profecia perversa e a promessa egoísta e sociologicamente ridícula do filme de promoção cumpriu-se... os únicos que vão ter o privilégio de serem poupados à violência deste atentado à paisagem e ao horizonte... vão ser os seus habitantes. Historiador de Arquitectura

Fonte: Público

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Mulheres na Arquitectura – Colóquio, Exposição, Publicação

Mulheres na Arquitectura – Colóquio, Exposição, Publicação

Organização: Departamento de Arquitectura da FCTUC

Coordenação: Jorge Figueira

Datas e horários:

Colóquio: Anfiteatro do Museu da Ciência, 4 Março de 2010

Exposição: Sala de Exame Privado, 4 a 21 de Março de 2010

Publicação: Joelho 1, lançamento a 4 de Março de 2010

Entrada livre

Local: Coimbra

Categoria do evento: Colóquio, Exposição, Publicação

Contactos:

Departamento de Arquitectura da FCTUC

Colégio das Artes - Largo D. Dinis

3000-143 Coimbra

T. 239851350

www.darq.uc.pt

A XII Semana Cultural da Universidade de Coimbra será dedicada ao tema: “CAUSA PÚBLICA – o Público e o Mediático”, e nesse contexto o Departamento de Arquitectura da FCTUC propõe-se constatar, analisar e comemorar a crescente presença da mulher na Universidade e, em particular, na Arquitectura.

“Mulheres na Arquitectura – Colóquio, Exposição, Publicação” tem como objectivo fazer uma recapitulação da presença da mulher na história da arquitectura do século XX; apresentar o trabalho de investigação de arquitectas como testemunho dessa presença e vitalidade; e debater a presença pública e a contribuição da mulher em diversas planos – arquitectura, história, crítica, investigação – no panorama português. Este projecto visa um público alargado, por abordar a questão do papel da mulher na sociedade contemporânea.

Neste âmbito, é lançada a JOELHO 1: Mulheres na Arquitectura, iniciando a IIª série da revista em cima do joelho da edarq.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Apartamento mais caro do mundo vendido em Londres



A ‘penthouse' do empreendimento One Hyde Park, actualmente o mais luxuoso empreendimento de Londres, foi vendida a um comprador não identificado por 170 milhões de euros (140 milhões de libras), tornando-se no apartamento mais caro do mundo até à data.

O duplex de seis quartos, vidro à prova de bala, sala de pânico e uma imensa vista sobre a capital inglesa não só é 11 vezes mais caro que a casa mais cara de Portugal (avaliada em 15 milhões de euros), como é também a terceira propriedade mais cara do mundo, depois de Antilla, em Mumbai, na Índia, avaliada em cerca de mil milhões de euros e da mansão Villa Leopolda, na Riviera Francesa, cujo preço chega aos 390 milhões de euros.

Localizado numa das melhores zonas da capital inglesa, num empreendimento desenhado pelo arquitecto Richard Rodgers, vencedor do Pritzker (o Nobel da arquitectura), este apartamento conta ainda com serviço de quartos a qualquer hora do dia, cortesia do hotel Mandarin Oriental, que fica mesmo ao lado do condomínio.

Este empreendimento será constituído por quatro edifícios com um total de 86 apartamentos, cujo preço mais baixo começa nos 24 milhões de euros (20 milhões de libras). A conclusão está prevista para o final deste ano.

O negócio, que segundo o jornal britânico "Daily Telegraph", citando fontes do mercado, deverá ter sido acordado com entidades do Médio Oriente ou da Nigéria, acontece depois das vendas terem parado durante um ano por causa da crise económica.
fonte: economico.sapo.pt

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Arranha Céus Horizontal - Steven Holl


A pairar sobre um jardim tropical, este arranha-céus "horizontal", comparado com o Empire State Building, alto, une em uma visão a sede Vanke Co. Ltd, escritórios, apartamentos e um hotel. Um centro de conferências, SPA e estacionamento estão localizados sob o grande verde da paisagem, o espaço público.
O edifício foi concebido como um objecto flutuante na paisagem, deixando apenas tocar o chão por volumes estruturais de acesso, as escadas e elevadores.

A ideia parte da capacidade dos edifícios verticias embora tenha transformado esse conceito num elemento horizontal que apenas toca o pavimento no mínimo possível.
Por debaixo deste volume, é desenhado uma pasisagem exterior que se enquadra com a envolvente como se o edifício não estivesse ali, o que acaba ao mesmo tempo por enquadra-lo por este desenho não se tornar inocente, conjugando envolvente e projecto numa única peça dividida em dois elementos, os volumes e a paisagem.

As zonas de hotel e serviços elevam-se em volumes de vidro com vista a 360º sobre estes espaços exteriores enquanto que os volumes de habitação foram dliberadamente direccionados para a paisagem envolvente a outra escala de vistas.

Steven Holl monta aqui não só um coneito já explorado por Koolhas mas associa-lhe outra caracteristica principal, os conceitos bio climáticos, ao aproveitar as baixas de temperatura em zonas pontuais do edifício aliado ao desenho dos espaços exteriores.

Assim o desenho dos exteriores assume aqui uma dupla função, programatica e funcional.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

"Honoris Causa" incentiva Nadir a pintar mais

O pintor Nadir Afonso recebeu na passada terça-feira, em Lisboa, o título de doutor “Honoris Causa”, em Arquitectura, pela Universidade Lusíada.

O artista, de 89 anos, que também é arquitecto admitiu ao JN que o título lhe veio “dar mais ânimo, para continuar o meu caminho na pintura. Agora é que vai ser...”

Assumindo-se como homem simples e um pouco distante do meio intelectual, Nadir Afonso definiu a sua presença ontem, na cerimónia, como“ um pouco surrealista. Foi um exercício dífícil ter de explicar àquela gente, todos intelectuais, todos racionais, o que entendo ser a pintura e a arte”. Nadir garante que até achou graça ao facto de “me ter transformado, naqueles instantes, em racionalista” e, acrescenta, “pelos vistos eles também gostaram, até porque me aplaudiram bastante”.

Para o professor Alberto Reais Pinto, director da Faculdade de Arquitectura e de Artes da Lusíada, Nadir “é um homem singular, completo, capaz das maiores realizações, que tem mostrado saber ser, estar e permanecer”.

O auditório da universidade foi pequeno para ouvir o pintor/arquitecto que falou de improviso, acabando por pôr de parte o discurso escrito, por considerar “demasiado indigesto”.

Entre a assistência, estiveram presentes Rui Pereira, ministro da Administração Interna, Elísio Sumavielle, secretário de Estado da Cultura, Maria Barroso, general Ramalho Eanes, Marcelo Rebelo de Sousa e Francisco Laranjo, director da Faculdade de Belas-Artes do Porto, instituição onde Nadir se diplomou nos anos 40.
Fonte: http://jn.sapo.pt

sábado, 26 de junho de 2010

Atelier Kaputt chega ao fim...

#PT#

Após seis maravilhosos anos de actividade chega ao fim a colaboração que a todos nos uniu neste projecto colectivo.

A 22 de Junho de 2010 o atelier Kaputt! encerrou a sua actividade regular passando a dedicar-se exclusivamente ao acompanhamento e finalização dos trabalhos em curso.

O projecto colectivo dá assim lugar a diversos projectos individuais que nos levarão mundo fora.
Mais do que nunca sentimos neste momento uma enorme dívida de gratidão para com todos os que nos deram o pretexto e a motivação para trabalhar.

Para todos um abraço,

atelier Kaputt!
Ana Brütt Filipe Horácio Moreira Irene Bonacchi Kirill de Lancastre Jedenov Luca Martinucci Manel Ribeiro Rita Ferreira Sérgio Antunes Sofia Reis Couto

#EN#

After six wonderful years of activity, the collaboration that has united us has come to an end.
As of June 22, 2010, Kaputt! architectural office ended its regular activity, dedicating itself exclusively to the supervison and completion of ongoing projects.
Our collective project has thus given way to numerous individual projects that will take us around the world.
At this moment, more than ever, we owe tremendous gratitude to all who have given us the reason and motivation to work.

Kind regards to all,

Kaputt! architectural office.
Ana Brütt Filipe Horácio Moreira Irene Bonacchi Kirill de Lancastre Jedenov Luca Martinucci Manel Ribeiro Rita Ferreira Sérgio Antunes Sofia Reis Couto