terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Jacques Herzog - Herzog & de Meuron na Aula Magna

È já amanhã a conferência na aula magna, em Lisboa, do arquitecto Jacques Herzog.

Local : Aula Magna
Data: 18/01/2011
Hora: 19:00h

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

SHO Shaun Hergatt - Robert D. Henry Architects

Robert D. Henry Archiotects finalizaram recentemente mais um restaurante, desta vez localizado em Manhattan, na Broad Street em Nova York.

Conceberam um conceito realçando verdadeiramente os cinco sentidos dos promissores clientes deste restaurante criando espaços únicos e originais inspirados na cultura oriental mas interpretando a sua tradição realizando a transição para novos conceitos.


Dividindo o espaço interior por vários portais temáticos, experimentando vários ambientes que dispertam os vários sentidos, os utilizadores são guiados até á sua mesa onde o objectivo é jantarem ou almoçarem num ambiente único e tranquilo.





Atelier: http://www.rdh-architects.com

Novo tipo de Fachada Térmica

O novo protótipo de fachada criado pelo estudio Decker Yadon possibilita o controlo automático sem recurso a energia do calor e intensidade solar ao longo do dia.



Este novo processo utiliza um elastomero dielectrico para deformar uma pelicula em volta de um finissima chapa de aço permitindo este extender ou encurtar consoante a temperatura a que fica sujieito.

Assim ao longo do dia e das estações do ano este tipo de cortina altera a sua forma em tempo real apenas dependendo da temperatura ambiente.

Pode ser aplicado no interior de vidros duplos ou mesmo como elementos decorativos no exterior da fachada.

A maior potencialidade desta invenção é que não depende de energia para a sua funcionalidade contribuindo em muito para a sustentabilidade do edifício.

Mais informações em:
http://www.fastcodesign.com/1662975/mighty-building-facade-beats-solar-heat-with-mechanical-muscles

sábado, 27 de novembro de 2010

Batumi Aquarium – Georgia

O escritório dinamarquês Henning Larsen Architects foi o vencedor do concurso internacional para um novo aquário na região de Batumi, na Georgia. O projeto, segundo os autores, foi inspirado em seixos, “cujas formas são moldadas continuamente pelas ondas da praia de Batumi”. O edifício foi concebido como uma formação rochosa – como uma combinação de seixos gigantes – que podem ser vistos da terra ou do mar. Cada uma dos quatro “seixos” principais que compõem a forma representam um biotipo marinho.


A ideia, segundo os arquitetos responsáveis pelo projeto é que a edificação, de 2.000 m2, seja um “aquário moderno e que ofereça aos visitantes uma jornada estimulante pelos mares, do ponto de vista educacional, do entretenimento e também visual. O espaço central, multiuso, é reservado a atividades comerciais e um café, assim como oferece flexibilidade para a realização de apresentações e oficinas.

Ainda segundo os autores: “Ao redor do aquário, uma paisagem marcada por arquipélagos oferece oportunidades atrativas para atividades de pesquisa e de educação a céu aberto, assim como encontros informais na beira da praia. Sua forma expressiva, inspirada na natureza, faz do Aquário de Batumi não apenas um monumento espetacular na Georgia, mas uma contribuição inovadora para a exploração da vida marinha.”




Ficha Técnica:

Batumi Aquarium

Autores: Henning Larsen Architects

Equipe: Louis Becker (diretor de projeto, sócio) Anders Park (gerente de projeto), Viggo Haremst (responsável pelo projeto), Michael Sørensen and Jaewoo Chun.

Local: Batumi – República da Georgia
Área: 2.000 m2
Seleção: Concurso por convite.
Ano do concurso/projeto: 2010

Fonte: http://concursosdeprojeto.org


Sobre o concurso "A House in Luanda: Patio and Pavilion"

A trienal de arquitectura de Lisboa organizou entre vários concursos de arquitectura, um concurso dedicado á temática da Habitação, com custos reduzidos ao extremo com o objectivo de encontrar soluções inovadoras que ponham em evidência a concepção de casas economicamente ao alcance de todos.
O que se verificou, em minha opinião foi uma clara amostra a nível de linguagens conceptuais que o juri, Alvaro Siza Vieira, João Luis Carrilho da Graça, Fernando Mello Franco, Berry Bergdol e Ângela Mingas se deixou levar puramente pela estética e tipo de soluções apresentadas desvirtuando quanto a mim a principal questão que se coloca;
É possível executar uma casa em luanda, que construa cidade, desenvolva um sistema urbano sustentável, com capacidade evolutiva com uma tipologia para 7 a 9 utentes?, com 25000€?
Sim é possivel, mas não com os projectos que foram apresentados como vencedores, nem tão pouco com os materiais sugeridos.
O vencedor é um projecto de uma casa em madeira, não tendo nada contra a mdeira, não saberão os juris da mão de obra especializada que é necessária para a concepção de uma casa em madeira.
Existe em angola a cultura de manutenção da floresta que permita a construção de cidades em larga escala em bairros de madeira de modo a se tornar num sistema sustentado?
Uma casa em madeira de 100m2 com tendência a aumentar ou concebida segundo um sistema evolutivo para aumento de tipologia não se fica pelos 25000€, por favor, acho que qualquer arquitecto sabe disso, um medidor orçamentista por mais que deseje não consegue chegar o preço para este patamar.
Se estivermos a falar num sistema que, e como sugerido no próprio programa de concurso, deveria ter possibilidade de evoluir num sistema vertical, o projecto a ser seleccionado não poderia ser em madeira.
Aqui se verifica o ecletismo falso que se revestem alguns concursos em mostrar uma arquitectura sob um tema real mas que responde com falsidade desvirtuando o verdadeiro objectivo do papel da arquitectura que deve tomar na procura de soluções economicamente vantajosas uma posição de vanguarda respondendo com eficácia aos problemas que lhe são colocados.
Não tendo em mente o universo de projectos que concorreram nas mais diversas linguagens, os projectos não podem ser seleccionados apenas pelo valor estético ou funcional mas também pelo valor económico que se revestem as propostas.
Uma das exigências do concurso era precisamente a restrição do orçamento em 25000€ por habitação.
Assim dou os meus parabéns á trienal e aos seus mentores por se lembrarem de temas verdadeiramente importantes e contemporaneos, dando uma nota zero ao juri que quanto mim neste concurso falhou.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Mês do Estudante de Arquitectura na Livraira A+A


ZED Factory pela 1ª vez em Portugal

ZED Factory, o atelier responsável pelo projecto BED ZED, o aclamado bairro britânico com edifícios de baixo impacto ambiental, vai estar dia 23 de Outubro nas II Jornadas Quercus de Arquitectura Sustentável, no Porto.

No passado dia 18 de Setembro deram início as II Jornadas Quercus de Arquitectura Sustentável no Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett no Porto.

No segundo painel a 23 de Outubro, o tema incidirá sobre os “Materiais e Tecnologias Sustentáveis”. O objectivo passa por dar a conhecer e promover materiais amigos do ambiente utilizados na construção como por exemplo o bambu e a palha, assim como tecnologias passíveis de melhorar, entre outros, o desempenho energético do edifício. É o caso do atelier ZED Factory, que estará pela primeira vez em Portugal para nos apresentar um caso prático de um quarteirão. Autor do projecto Bed Zed, este atelier tem desenvolvido uma prática inovadora, projectando edifícios com baixo impacto ambiental, onde o edifício fornece a sua própria energia sem recorrer a combustíveis fósseis ou a energia nuclear.

No segundo painel destacam-se ainda as apresentações do primeiro edifício na Península Ibérica com a Certificação Leed de nível “Gold” da Sonae e a apresentação do arquitecto Ignasi Pérez Arnal , autor do livro “Eco-Materiais”.

Esta II edição das Jornadas Quercus de Arquitectura Sustentável prima pela apresentação de novas soluções tecnologicamente sofisticadas e de casos de estudo com grande impacto no âmbito do sistema arquitectónico nacional. Um dos principais objectivos das jornadas é o de visar e explanar soluções que ajudem a incrementar, de uma forma eficaz, uma arquitectura realmente sustentável. Este evento tem sido uma oportunidade valiosa para técnicos e estudantes contactarem com novas tecnologias e comunicarem em primeira mão com os principais pioneiros da área da construção sustentável.

As II Jornadas Quercus de Arquitectura Sustentável tem como mecenas principal a ADENE, Agência para a Energia e a Soares da Costa e como mecenas das Jornadas a Natura Towers e a Mapei. Conta ainda com o apoio da Câmara Municipal do Porto, da Secção Regional Norte da Ordem dos Arquitectos, da Ecoemotion e da GCI.

Mais informações em http://jornadasquercus.com
Contactos: 222 011 065 / 931 620 212
Adriana Floret, arquitecta, coordenadora do evento (tlm 91 7405510)