
terça-feira, 19 de outubro de 2010
ZED Factory pela 1ª vez em Portugal
ZED Factory, o atelier responsável pelo projecto BED ZED, o aclamado bairro britânico com edifícios de baixo impacto ambiental, vai estar dia 23 de Outubro nas II Jornadas Quercus de Arquitectura Sustentável, no Porto.
No passado dia 18 de Setembro deram início as II Jornadas Quercus de Arquitectura Sustentável no Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett no Porto.
No segundo painel a 23 de Outubro, o tema incidirá sobre os “Materiais e Tecnologias Sustentáveis”. O objectivo passa por dar a conhecer e promover materiais amigos do ambiente utilizados na construção como por exemplo o bambu e a palha, assim como tecnologias passíveis de melhorar, entre outros, o desempenho energético do edifício. É o caso do atelier ZED Factory, que estará pela primeira vez em Portugal para nos apresentar um caso prático de um quarteirão. Autor do projecto Bed Zed, este atelier tem desenvolvido uma prática inovadora, projectando edifícios com baixo impacto ambiental, onde o edifício fornece a sua própria energia sem recorrer a combustíveis fósseis ou a energia nuclear.
No segundo painel destacam-se ainda as apresentações do primeiro edifício na Península Ibérica com a Certificação Leed de nível “Gold” da Sonae e a apresentação do arquitecto Ignasi Pérez Arnal , autor do livro “Eco-Materiais”.
Esta II edição das Jornadas Quercus de Arquitectura Sustentável prima pela apresentação de novas soluções tecnologicamente sofisticadas e de casos de estudo com grande impacto no âmbito do sistema arquitectónico nacional. Um dos principais objectivos das jornadas é o de visar e explanar soluções que ajudem a incrementar, de uma forma eficaz, uma arquitectura realmente sustentável. Este evento tem sido uma oportunidade valiosa para técnicos e estudantes contactarem com novas tecnologias e comunicarem em primeira mão com os principais pioneiros da área da construção sustentável.
As II Jornadas Quercus de Arquitectura Sustentável tem como mecenas principal a ADENE, Agência para a Energia e a Soares da Costa e como mecenas das Jornadas a Natura Towers e a Mapei. Conta ainda com o apoio da Câmara Municipal do Porto, da Secção Regional Norte da Ordem dos Arquitectos, da Ecoemotion e da GCI.
Mais informações em http://jornadasquercus.com
Contactos: 222 011 065 / 931 620 212
Adriana Floret, arquitecta, coordenadora do evento (tlm 91 7405510)
No passado dia 18 de Setembro deram início as II Jornadas Quercus de Arquitectura Sustentável no Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett no Porto.
No segundo painel a 23 de Outubro, o tema incidirá sobre os “Materiais e Tecnologias Sustentáveis”. O objectivo passa por dar a conhecer e promover materiais amigos do ambiente utilizados na construção como por exemplo o bambu e a palha, assim como tecnologias passíveis de melhorar, entre outros, o desempenho energético do edifício. É o caso do atelier ZED Factory, que estará pela primeira vez em Portugal para nos apresentar um caso prático de um quarteirão. Autor do projecto Bed Zed, este atelier tem desenvolvido uma prática inovadora, projectando edifícios com baixo impacto ambiental, onde o edifício fornece a sua própria energia sem recorrer a combustíveis fósseis ou a energia nuclear.
No segundo painel destacam-se ainda as apresentações do primeiro edifício na Península Ibérica com a Certificação Leed de nível “Gold” da Sonae e a apresentação do arquitecto Ignasi Pérez Arnal , autor do livro “Eco-Materiais”.
Esta II edição das Jornadas Quercus de Arquitectura Sustentável prima pela apresentação de novas soluções tecnologicamente sofisticadas e de casos de estudo com grande impacto no âmbito do sistema arquitectónico nacional. Um dos principais objectivos das jornadas é o de visar e explanar soluções que ajudem a incrementar, de uma forma eficaz, uma arquitectura realmente sustentável. Este evento tem sido uma oportunidade valiosa para técnicos e estudantes contactarem com novas tecnologias e comunicarem em primeira mão com os principais pioneiros da área da construção sustentável.
As II Jornadas Quercus de Arquitectura Sustentável tem como mecenas principal a ADENE, Agência para a Energia e a Soares da Costa e como mecenas das Jornadas a Natura Towers e a Mapei. Conta ainda com o apoio da Câmara Municipal do Porto, da Secção Regional Norte da Ordem dos Arquitectos, da Ecoemotion e da GCI.
Mais informações em http://jornadasquercus.com
Contactos: 222 011 065 / 931 620 212
Adriana Floret, arquitecta, coordenadora do evento (tlm 91 7405510)
sábado, 9 de outubro de 2010
Concurso "Quero um projecto de arquitectura"
O atelier português de arquitectura, SORO está a organizar um concurso de forma inovadora, online no facebook para oferecer de forma gratuita um projecto de arquitectura destinado a uma moradia uni familiar em portugal continental.
Para se habilitarem a ganhar o projecto de arquitectura, os concorrentes terão apenas de enviar para o email do atelier uma justificação ou razão pela qual desejam o projecto de arquitectura, enviar uma ou duas fotos do terreno e respectivos dados de localização do terreno.
Mais informação como participar aqui na página do facebook do atelier.
Para se habilitarem a ganhar o projecto de arquitectura, os concorrentes terão apenas de enviar para o email do atelier uma justificação ou razão pela qual desejam o projecto de arquitectura, enviar uma ou duas fotos do terreno e respectivos dados de localização do terreno.
Mais informação como participar aqui na página do facebook do atelier.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Público - "Que se lixe o contexto"

"Fuck the context" ["Que se lixe o contexto"]. Esta radical e provocadora afirmação foi feita, em 1995, pelo arquitecto Rem Koolhaas e ilustra não só a sua iconoclástica apologia de uma auto-suficiente "grandeza" (bigness - não confundir com grandiosidade, conceito qualitativo) que se sobrepõe a todos os valores, como contexto, discurso artístico, identidade e até à necessidade da própria arquitectura.
O objecto arquitectónico a partir de uma certa escala passa a um ponto sublime de auto-suficiência expressiva e afirma-se sem necessitar de diálogo com a envolvente. Pelo contrário, este desprezo pelo contexto é a condição imperativa para o seu carácter sublime. Este conceito foi desenvolvido a partir de Delirious New York (originalmente publicado em 1978) com uma retórica sedutora e eficaz, não tivesse Koolhaas sido, antes, jornalista e scriptwriter cinematográfico. Ora, a única palavra para descrever esta atitude é arrogância. E quando ela é aplicada numa arte e actividade que transporta em si uma tamanha influência e responsabilidade na qualidade de vida quotidiana e na sua relação com a paisagem e a Natureza, como a arquitectura, as consequências, essas sim, são enormes.
Passemos agora para o projecto Estoril Residence, de Gonçalo Byrne, no local do antigo Estoril Sol. Não pretendo aqui desenvolver apreciações sobre a demolição do Estoril Sol (já o fiz no PÚBLICO - Sol no Estoril, Delírios em Lisboa) ou considerações estéticas sobre a sua arquitectura (já o tratei na perspectiva do Genius Loci no PÚBLICO, Eclipse Total no Estoril, 19/8/2007), mas sim sobre a "conveniência" deste projecto para uma vila e uma região costeira, que se pretende afirmar perante o turismo internacional de qualidade, como vila histórica consolidada e inserida numa paisagem de beleza natural autêntica e preservada.
Cascais tem procurado afirmar o prestígio do seu carácter histórico patrimonial num pretendido equilíbrio dialéctico entre as características pitorescas de uma vila piscatória e a erudição aristocrática das villas e palacetes vindas do período D. Carlos. Isto, também numa continuação contrastada de uma pretendida sofisticação mais cosmopolita representada pelo Estoril e pelo Monte Estoril, imediatamente adjacente. Ora, não precisamos de relembrar os recentes acontecimentos do Tamariz, para sentir a confirmação de que estes locais há muito que se transformaram em zonas de expansão e ocupação da verdadeira megacidade-dormitório periférica em que esta costa se transformou. Processo este iniciado, muito antes, com as primeiras construções J. Pimenta, que marcaram também o início da ausência de planeamento estratégico e do "eclipse" da Costa do Sol.
Nesta perspectiva, é difícil compreender a aprovação deste projecto residence pelo autarca de
O objecto arquitectónico a partir de uma certa escala passa a um ponto sublime de auto-suficiência expressiva e afirma-se sem necessitar de diálogo com a envolvente. Pelo contrário, este desprezo pelo contexto é a condição imperativa para o seu carácter sublime. Este conceito foi desenvolvido a partir de Delirious New York (originalmente publicado em 1978) com uma retórica sedutora e eficaz, não tivesse Koolhaas sido, antes, jornalista e scriptwriter cinematográfico. Ora, a única palavra para descrever esta atitude é arrogância. E quando ela é aplicada numa arte e actividade que transporta em si uma tamanha influência e responsabilidade na qualidade de vida quotidiana e na sua relação com a paisagem e a Natureza, como a arquitectura, as consequências, essas sim, são enormes.
Passemos agora para o projecto Estoril Residence, de Gonçalo Byrne, no local do antigo Estoril Sol. Não pretendo aqui desenvolver apreciações sobre a demolição do Estoril Sol (já o fiz no PÚBLICO - Sol no Estoril, Delírios em Lisboa) ou considerações estéticas sobre a sua arquitectura (já o tratei na perspectiva do Genius Loci no PÚBLICO, Eclipse Total no Estoril, 19/8/2007), mas sim sobre a "conveniência" deste projecto para uma vila e uma região costeira, que se pretende afirmar perante o turismo internacional de qualidade, como vila histórica consolidada e inserida numa paisagem de beleza natural autêntica e preservada.
Cascais tem procurado afirmar o prestígio do seu carácter histórico patrimonial num pretendido equilíbrio dialéctico entre as características pitorescas de uma vila piscatória e a erudição aristocrática das villas e palacetes vindas do período D. Carlos. Isto, também numa continuação contrastada de uma pretendida sofisticação mais cosmopolita representada pelo Estoril e pelo Monte Estoril, imediatamente adjacente. Ora, não precisamos de relembrar os recentes acontecimentos do Tamariz, para sentir a confirmação de que estes locais há muito que se transformaram em zonas de expansão e ocupação da verdadeira megacidade-dormitório periférica em que esta costa se transformou. Processo este iniciado, muito antes, com as primeiras construções J. Pimenta, que marcaram também o início da ausência de planeamento estratégico e do "eclipse" da Costa do Sol.
Nesta perspectiva, é difícil compreender a aprovação deste projecto residence pelo autarca de
Cascais, na oportunidade única que constituiu a demolição do Estoril Sol, para se desenvolver um outro projecto com uma boa contextualização histórica nas pretendidas características de Cascais e com uma inserção corrigida e correcta na paisagem. Isto, depois de um "delírio" prévio e irresponsável, com a ideia de uma torre na marina e depois da polémica inserção forçada do centro comercial na escala "Estado Novo", da entrada da vila.
Que dizer (escultura habitável?) sobre um objecto arquitectónico "autista", hermético, que pretende existir em auto-suficiência egocêntrica, num isolamento arrogante que despreza a paisagem, violentando-a... um edifício completamente dependente da climatização artificial, que pretende servir de plataforma privilegiada para usufruir de um horizonte marítimo, mas onde não se pode abrir uma única janela?
Nesse aspecto, a profecia perversa e a promessa egoísta e sociologicamente ridícula do filme de promoção cumpriu-se... os únicos que vão ter o privilégio de serem poupados à violência deste atentado à paisagem e ao horizonte... vão ser os seus habitantes. Historiador de Arquitectura
Fonte: Público
Que dizer (escultura habitável?) sobre um objecto arquitectónico "autista", hermético, que pretende existir em auto-suficiência egocêntrica, num isolamento arrogante que despreza a paisagem, violentando-a... um edifício completamente dependente da climatização artificial, que pretende servir de plataforma privilegiada para usufruir de um horizonte marítimo, mas onde não se pode abrir uma única janela?
Nesse aspecto, a profecia perversa e a promessa egoísta e sociologicamente ridícula do filme de promoção cumpriu-se... os únicos que vão ter o privilégio de serem poupados à violência deste atentado à paisagem e ao horizonte... vão ser os seus habitantes. Historiador de Arquitectura
Fonte: Público
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terça-feira, 7 de setembro de 2010
Mulheres na Arquitectura – Colóquio, Exposição, Publicação
Mulheres na Arquitectura – Colóquio, Exposição, Publicação
Organização: Departamento de Arquitectura da FCTUC
Coordenação: Jorge Figueira
Datas e horários:
Colóquio: Anfiteatro do Museu da Ciência, 4 Março de 2010
Exposição: Sala de Exame Privado, 4 a 21 de Março de 2010
Publicação: Joelho 1, lançamento a 4 de Março de 2010
Entrada livre
Local: Coimbra
Categoria do evento: Colóquio, Exposição, Publicação
Contactos:
Departamento de Arquitectura da FCTUC
Colégio das Artes - Largo D. Dinis
3000-143 Coimbra
T. 239851350
www.darq.uc.pt
A XII Semana Cultural da Universidade de Coimbra será dedicada ao tema: “CAUSA PÚBLICA – o Público e o Mediático”, e nesse contexto o Departamento de Arquitectura da FCTUC propõe-se constatar, analisar e comemorar a crescente presença da mulher na Universidade e, em particular, na Arquitectura.
“Mulheres na Arquitectura – Colóquio, Exposição, Publicação” tem como objectivo fazer uma recapitulação da presença da mulher na história da arquitectura do século XX; apresentar o trabalho de investigação de arquitectas como testemunho dessa presença e vitalidade; e debater a presença pública e a contribuição da mulher em diversas planos – arquitectura, história, crítica, investigação – no panorama português. Este projecto visa um público alargado, por abordar a questão do papel da mulher na sociedade contemporânea.
Neste âmbito, é lançada a JOELHO 1: Mulheres na Arquitectura, iniciando a IIª série da revista em cima do joelho da edarq.
Organização: Departamento de Arquitectura da FCTUC
Coordenação: Jorge Figueira
Datas e horários:
Colóquio: Anfiteatro do Museu da Ciência, 4 Março de 2010
Exposição: Sala de Exame Privado, 4 a 21 de Março de 2010
Publicação: Joelho 1, lançamento a 4 de Março de 2010
Entrada livre
Local: Coimbra
Categoria do evento: Colóquio, Exposição, Publicação
Contactos:
Departamento de Arquitectura da FCTUC
Colégio das Artes - Largo D. Dinis
3000-143 Coimbra
T. 239851350
www.darq.uc.pt
A XII Semana Cultural da Universidade de Coimbra será dedicada ao tema: “CAUSA PÚBLICA – o Público e o Mediático”, e nesse contexto o Departamento de Arquitectura da FCTUC propõe-se constatar, analisar e comemorar a crescente presença da mulher na Universidade e, em particular, na Arquitectura.
“Mulheres na Arquitectura – Colóquio, Exposição, Publicação” tem como objectivo fazer uma recapitulação da presença da mulher na história da arquitectura do século XX; apresentar o trabalho de investigação de arquitectas como testemunho dessa presença e vitalidade; e debater a presença pública e a contribuição da mulher em diversas planos – arquitectura, história, crítica, investigação – no panorama português. Este projecto visa um público alargado, por abordar a questão do papel da mulher na sociedade contemporânea.
Neste âmbito, é lançada a JOELHO 1: Mulheres na Arquitectura, iniciando a IIª série da revista em cima do joelho da edarq.
Fonte: http://www.uc.pt
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sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Apartamento mais caro do mundo vendido em Londres

A ‘penthouse' do empreendimento One Hyde Park, actualmente o mais luxuoso empreendimento de Londres, foi vendida a um comprador não identificado por 170 milhões de euros (140 milhões de libras), tornando-se no apartamento mais caro do mundo até à data.
O duplex de seis quartos, vidro à prova de bala, sala de pânico e uma imensa vista sobre a capital inglesa não só é 11 vezes mais caro que a casa mais cara de Portugal (avaliada em 15 milhões de euros), como é também a terceira propriedade mais cara do mundo, depois de Antilla, em Mumbai, na Índia, avaliada em cerca de mil milhões de euros e da mansão Villa Leopolda, na Riviera Francesa, cujo preço chega aos 390 milhões de euros.
Localizado numa das melhores zonas da capital inglesa, num empreendimento desenhado pelo arquitecto Richard Rodgers, vencedor do Pritzker (o Nobel da arquitectura), este apartamento conta ainda com serviço de quartos a qualquer hora do dia, cortesia do hotel Mandarin Oriental, que fica mesmo ao lado do condomínio.
Este empreendimento será constituído por quatro edifícios com um total de 86 apartamentos, cujo preço mais baixo começa nos 24 milhões de euros (20 milhões de libras). A conclusão está prevista para o final deste ano.
O negócio, que segundo o jornal britânico "Daily Telegraph", citando fontes do mercado, deverá ter sido acordado com entidades do Médio Oriente ou da Nigéria, acontece depois das vendas terem parado durante um ano por causa da crise económica.
fonte: economico.sapo.pt
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Arranha Céus Horizontal - Steven Holl

A pairar sobre um jardim tropical, este arranha-céus "horizontal", comparado com o Empire State Building, alto, une em uma visão a sede Vanke Co. Ltd, escritórios, apartamentos e um hotel. Um centro de conferências, SPA e estacionamento estão localizados sob o grande verde da paisagem, o espaço público.
O edifício foi concebido como um objecto flutuante na paisagem, deixando apenas tocar o chão por volumes estruturais de acesso, as escadas e elevadores.A ideia parte da capacidade dos edifícios verticias embora tenha transformado esse conceito num elemento horizontal que apenas toca o pavimento no mínimo possível.
Por debaixo deste volume, é desenhado uma pasisagem exterior que se enquadra com a envolvente como se o edifício não estivesse ali, o que acaba ao mesmo tempo por enquadra-lo por este desenho não se tornar inocente, conjugando envolvente e projecto numa única peça dividida em dois elementos, os volumes e a paisagem.
As zonas de hotel e serviços elevam-se em volumes de vidro com vista a 360º sobre estes espaços exteriores enquanto que os volumes de habitação foram dliberadamente direccionados para a paisagem envolvente a outra escala de vistas.
Steven Holl monta aqui não só um coneito já explorado por Koolhas mas associa-lhe outra caracteristica principal, os conceitos bio climáticos, ao aproveitar as baixas de temperatura em zonas pontuais do edifício aliado ao desenho dos espaços exteriores.
Assim o desenho dos exteriores assume aqui uma dupla função, programatica e funcional.
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