
sexta-feira, 30 de julho de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
"Honoris Causa" incentiva Nadir a pintar mais
O pintor Nadir Afonso recebeu na passada terça-feira, em Lisboa, o título de doutor “Honoris Causa”, em Arquitectura, pela Universidade Lusíada.
O artista, de 89 anos, que também é arquitecto admitiu ao JN que o título lhe veio “dar mais ânimo, para continuar o meu caminho na pintura. Agora é que vai ser...”
Assumindo-se como homem simples e um pouco distante do meio intelectual, Nadir Afonso definiu a sua presença ontem, na cerimónia, como“ um pouco surrealista. Foi um exercício dífícil ter de explicar àquela gente, todos intelectuais, todos racionais, o que entendo ser a pintura e a arte”. Nadir garante que até achou graça ao facto de “me ter transformado, naqueles instantes, em racionalista” e, acrescenta, “pelos vistos eles também gostaram, até porque me aplaudiram bastante”.
Para o professor Alberto Reais Pinto, director da Faculdade de Arquitectura e de Artes da Lusíada, Nadir “é um homem singular, completo, capaz das maiores realizações, que tem mostrado saber ser, estar e permanecer”.
O auditório da universidade foi pequeno para ouvir o pintor/arquitecto que falou de improviso, acabando por pôr de parte o discurso escrito, por considerar “demasiado indigesto”.
Entre a assistência, estiveram presentes Rui Pereira, ministro da Administração Interna, Elísio Sumavielle, secretário de Estado da Cultura, Maria Barroso, general Ramalho Eanes, Marcelo Rebelo de Sousa e Francisco Laranjo, director da Faculdade de Belas-Artes do Porto, instituição onde Nadir se diplomou nos anos 40.
O artista, de 89 anos, que também é arquitecto admitiu ao JN que o título lhe veio “dar mais ânimo, para continuar o meu caminho na pintura. Agora é que vai ser...”
Assumindo-se como homem simples e um pouco distante do meio intelectual, Nadir Afonso definiu a sua presença ontem, na cerimónia, como“ um pouco surrealista. Foi um exercício dífícil ter de explicar àquela gente, todos intelectuais, todos racionais, o que entendo ser a pintura e a arte”. Nadir garante que até achou graça ao facto de “me ter transformado, naqueles instantes, em racionalista” e, acrescenta, “pelos vistos eles também gostaram, até porque me aplaudiram bastante”.
Para o professor Alberto Reais Pinto, director da Faculdade de Arquitectura e de Artes da Lusíada, Nadir “é um homem singular, completo, capaz das maiores realizações, que tem mostrado saber ser, estar e permanecer”.
O auditório da universidade foi pequeno para ouvir o pintor/arquitecto que falou de improviso, acabando por pôr de parte o discurso escrito, por considerar “demasiado indigesto”.
Entre a assistência, estiveram presentes Rui Pereira, ministro da Administração Interna, Elísio Sumavielle, secretário de Estado da Cultura, Maria Barroso, general Ramalho Eanes, Marcelo Rebelo de Sousa e Francisco Laranjo, director da Faculdade de Belas-Artes do Porto, instituição onde Nadir se diplomou nos anos 40.
Fonte: http://jn.sapo.pt
sábado, 26 de junho de 2010
Atelier Kaputt chega ao fim...
#PT#
Após seis maravilhosos anos de actividade chega ao fim a colaboração que a todos nos uniu neste projecto colectivo.
A 22 de Junho de 2010 o atelier Kaputt! encerrou a sua actividade regular passando a dedicar-se exclusivamente ao acompanhamento e finalização dos trabalhos em curso.
O projecto colectivo dá assim lugar a diversos projectos individuais que nos levarão mundo fora.
Mais do que nunca sentimos neste momento uma enorme dívida de gratidão para com todos os que nos deram o pretexto e a motivação para trabalhar.
Para todos um abraço,
atelier Kaputt!
Ana Brütt Filipe Horácio Moreira Irene Bonacchi Kirill de Lancastre Jedenov Luca Martinucci Manel Ribeiro Rita Ferreira Sérgio Antunes Sofia Reis Couto
#EN#
After six wonderful years of activity, the collaboration that has united us has come to an end.
As of June 22, 2010, Kaputt! architectural office ended its regular activity, dedicating itself exclusively to the supervison and completion of ongoing projects.
Our collective project has thus given way to numerous individual projects that will take us around the world.
At this moment, more than ever, we owe tremendous gratitude to all who have given us the reason and motivation to work.
Kind regards to all,
Kaputt! architectural office.
Ana Brütt Filipe Horácio Moreira Irene Bonacchi Kirill de Lancastre Jedenov Luca Martinucci Manel Ribeiro Rita Ferreira Sérgio Antunes Sofia Reis Couto
segunda-feira, 14 de junho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
Ateliê dos filhos de Manuel Salgado concorre ao terminal de cruzeiros em Lisboa
O ateliê de arquitectura Risco, dirigido pelos filhos do vereador do Urbanismo da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Manuel Salgado, vai participar no concurso do novo terminal de cruzeiros de Lisboa. O concurso de 25 milhões de euros, com honorários de mais de 1 milhão para o ateliê vencedor, foi lançado numa cerimónia da CML e da Administração do Porto de Lisboa (APL).
O júri que avalia os projectos e escolhe o vencedor por ajuste directo é composto por sete elementos, entre os quais se inclui um arquitecto nomeado pelo vereador do Urbanismo da Câmara de Lisboa.
Manuel Salgado diz ao i que "não sabia que o gabinete estava a concorrer ao terminal de cruzeiros". Mas acrescenta que "esse é um projecto do Estado, não é da CML, e isso faz toda a diferença". Tomás Salgado, o filho do vereador do Urbanismo que é coordenador-geral do ateliê Risco, depois da saída do pai, confirma a intenção de "apresentar proposta ao concurso para o projecto do novo terminal marítimo".
Quando anunciou que iria integrar a lista de candidatos de António Costa na corrida à Câmara de Lisboa, em Maio de 2007, o agora vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, afirmou que, se vencesse as eleições, iria cessar a actividade de arquitecto enquanto exercesse o cargo, abandonando também o Risco, sociedade que deixaria de ter projectos na cidade.
Em declarações à imprensa, garantiu ainda que o ateliê não aceitaria "novas encomendas de promotores privados de projectos que estejam sujeitos a licenciamento ou autorização da Câmara".
Salgado chegou a integrar a lista do PS para a CML em 2005, mas acabou por sair em resultado de uma polémica com Manuel Maria Carrilho. À data, Carrilho levantou dúvidas sobre a compatibilidade do exercício do cargo de vereador, tendo projectos em Lisboa e ligações a empresas de arquitectura. Carrilho haveria de perder as eleições, derrotado por Carmona Rodrigues.
Manuel Salgado afirma agora ao i que, quando se candidatou, "disse que não haveria candidaturas a projectos da câmara, mas o gabinete tem legitimidade para concorrer a este concurso". Quanto ao facto de o júri incluir o arquitecto Pedro Brito Dinis, designado pela CML, o vereador responde que se trata de "um júri que garante toda a idoneidade ao concurso e quando foi apresentado ninguém o contestou". Mais: "Integra ainda o arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles, o arquitecto Joan Busquets e elementos da administração do Porto de Lisboa." Gonçalo Ribeiro Telles foi um dos apoiantes da candidatura de António Costa.
O concurso foi lançado em Março deste ano com a presença do presidente da câmara, António Costa, com o prazo de entrega das propostas a terminar no final de Junho. Como o próprio Manuel Salgado tinha garantido em 2009, o projecto já não inclui a construção do hotel e do centro comercial previstos no início pela Administração do Porto de Lisboa.
O júri que avalia os projectos e escolhe o vencedor por ajuste directo é composto por sete elementos, entre os quais se inclui um arquitecto nomeado pelo vereador do Urbanismo da Câmara de Lisboa.
Manuel Salgado diz ao i que "não sabia que o gabinete estava a concorrer ao terminal de cruzeiros". Mas acrescenta que "esse é um projecto do Estado, não é da CML, e isso faz toda a diferença". Tomás Salgado, o filho do vereador do Urbanismo que é coordenador-geral do ateliê Risco, depois da saída do pai, confirma a intenção de "apresentar proposta ao concurso para o projecto do novo terminal marítimo".
Quando anunciou que iria integrar a lista de candidatos de António Costa na corrida à Câmara de Lisboa, em Maio de 2007, o agora vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, afirmou que, se vencesse as eleições, iria cessar a actividade de arquitecto enquanto exercesse o cargo, abandonando também o Risco, sociedade que deixaria de ter projectos na cidade.
Em declarações à imprensa, garantiu ainda que o ateliê não aceitaria "novas encomendas de promotores privados de projectos que estejam sujeitos a licenciamento ou autorização da Câmara".
Salgado chegou a integrar a lista do PS para a CML em 2005, mas acabou por sair em resultado de uma polémica com Manuel Maria Carrilho. À data, Carrilho levantou dúvidas sobre a compatibilidade do exercício do cargo de vereador, tendo projectos em Lisboa e ligações a empresas de arquitectura. Carrilho haveria de perder as eleições, derrotado por Carmona Rodrigues.
Manuel Salgado afirma agora ao i que, quando se candidatou, "disse que não haveria candidaturas a projectos da câmara, mas o gabinete tem legitimidade para concorrer a este concurso". Quanto ao facto de o júri incluir o arquitecto Pedro Brito Dinis, designado pela CML, o vereador responde que se trata de "um júri que garante toda a idoneidade ao concurso e quando foi apresentado ninguém o contestou". Mais: "Integra ainda o arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles, o arquitecto Joan Busquets e elementos da administração do Porto de Lisboa." Gonçalo Ribeiro Telles foi um dos apoiantes da candidatura de António Costa.
O concurso foi lançado em Março deste ano com a presença do presidente da câmara, António Costa, com o prazo de entrega das propostas a terminar no final de Junho. Como o próprio Manuel Salgado tinha garantido em 2009, o projecto já não inclui a construção do hotel e do centro comercial previstos no início pela Administração do Porto de Lisboa.
Fonte: ionline.pt
domingo, 30 de maio de 2010
Instalação ZARA - Ben Van Berkel


A instalação consiste num cone oco e acessível, feito de alumínio revestido. Funcionalmente, é um cruzamento entre uma escultura, uma peça de mobiliário, e um pavilhão. Sua posição é logo atrás da entrada da loja, um lugar de destaque no átrio, onde muitos detalhes do interior da loja são preservados.

A instalação responde a esta situação, tanto em forma e materialização.
No interior, as superfícies côncavas dos painéis fazem virar o encosto dos assentos transformando-os em elementos integrados na parte inferior da estrutura.

Os painéis da instalação, em parte, bem como o véu para os ocupantes define-se como um contorno ocupado, enquanto que ao mesmo tempo todo o conjunto é colocado no epicentro da loja.
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Projectos de Lojas
Arquitectura 'TOP' para centro pop


É como já foi definido o projecto que ganhou o concurso internacional lançado pela República da China para a construção do primeiro centro só para música pop. Vai ser construído em Taipé e tem como objectivo tornar-se numa "zona vibrante" da cidade.
O primeiro equipamento cultural a ser exclusivamente dedicado à música pop vai ser erigido em Taipé, na República da China, com projecto da autoria do atelier de arquitectura Reiser e Umemoto, que venceu o concurso internacional.
Trata-se do primeiro equipamento cultural a ser dedicado exclusivamente à música pop asiática, com o objectivo de desenvolver e promover um estilo que, segundo o colectivo de arquitectos, ainda está numa fase embrionária mas emergente.
O vasto programa encontra-se organizado em três grandes grupos de espaços: uma grande sala de espectáculos musicais, com capacidade para 4500 e 6000 espectadores, para lugares sentados e em pé, respectivamente, uma área exterior com capacidade para 15 mil pessoas para espectáculos e um espaço multifuncional baptizado de Hall of Fame. Outros espaços, destinados a exposições, biblioteca digital e incubadoras de projectos comunitários na área musical, estarão espalhados pelo recinto.
E, à semelhança do conteúdo, a forma também é pop. Este espaço, laboratório de produção e divulgação de um género musical regional e internacional ainda por inventar, procura ser dinâmico e proporcionar múltiplas experiências em simultâneo, durante 24 horas. O visitante poderá escolher entre assistir a um ensaio ou concerto, frequentar mercados, feiras, restaurantes ou cafés ou ser ele uma futura estrela pop e submeter-se a uma audição. A qualquer hora do dia ou da noite.
A forma arquitectónica reflecte todo este dinamismo e vai buscar influências a diversas formas de cultura popular. Assim, a zona exterior combina "os conceito de circo e cidade" com o de palco móvel feirante, o que acentua todo o êxtase inebriante e vibrante do conceito. É composta por uma zona dedicada exclusivamente ao público em forma de rua e que liga directamente às exteriores da cidade. Quanto ao palco móvel, funciona à base de partículas cristalinas robotizadas que permitem a mudança de forma. Em poucos minutos, alterna de auditório sentado a em pé ou de minúsculas cabines de audiências a grandes mercados de compras. A completar este cenário, projectores gigantescos alimentados a energia solar ou leds reproduzem as imagens e os sons desta nova música pop.
Já o auditório principal combina no mesmo espaço um palco e uma torre de produção, de forma a "encorajar a directa comunicação entre produtores e artistas, conciliando actuação e produção debaixo do mesmo tecto", refere a equipa de arquitectos americano e nipónico.
Finalmente, e em sintonia com o espírito inebriante do recinto, o Hall of Fame consiste numa área com diversas funções. Será um espaço museológico das novas estrelas pop asiáticas, mas também o palco das cerimónias dedicadas a prémios ou celebrações. A partir daqui será ainda possível observar, a partir de ecrãs gigantes, todos os restantes eventos e acontecimentos a decorrer no recinto.
Espaço alucinado e alucinante, o Taipei Pop Music Center "é um ambiente coerente, não apenas por ser uma colecção de espaços performativos mas também por vir a ser uma vibrante parte da cidade. Hollywood está para o cinema assim como o Centro Taipei Pop Music estará para a música pop asiática", afirmam os arquitectos
O primeiro equipamento cultural a ser exclusivamente dedicado à música pop vai ser erigido em Taipé, na República da China, com projecto da autoria do atelier de arquitectura Reiser e Umemoto, que venceu o concurso internacional.
Trata-se do primeiro equipamento cultural a ser dedicado exclusivamente à música pop asiática, com o objectivo de desenvolver e promover um estilo que, segundo o colectivo de arquitectos, ainda está numa fase embrionária mas emergente.
O vasto programa encontra-se organizado em três grandes grupos de espaços: uma grande sala de espectáculos musicais, com capacidade para 4500 e 6000 espectadores, para lugares sentados e em pé, respectivamente, uma área exterior com capacidade para 15 mil pessoas para espectáculos e um espaço multifuncional baptizado de Hall of Fame. Outros espaços, destinados a exposições, biblioteca digital e incubadoras de projectos comunitários na área musical, estarão espalhados pelo recinto.
E, à semelhança do conteúdo, a forma também é pop. Este espaço, laboratório de produção e divulgação de um género musical regional e internacional ainda por inventar, procura ser dinâmico e proporcionar múltiplas experiências em simultâneo, durante 24 horas. O visitante poderá escolher entre assistir a um ensaio ou concerto, frequentar mercados, feiras, restaurantes ou cafés ou ser ele uma futura estrela pop e submeter-se a uma audição. A qualquer hora do dia ou da noite.
A forma arquitectónica reflecte todo este dinamismo e vai buscar influências a diversas formas de cultura popular. Assim, a zona exterior combina "os conceito de circo e cidade" com o de palco móvel feirante, o que acentua todo o êxtase inebriante e vibrante do conceito. É composta por uma zona dedicada exclusivamente ao público em forma de rua e que liga directamente às exteriores da cidade. Quanto ao palco móvel, funciona à base de partículas cristalinas robotizadas que permitem a mudança de forma. Em poucos minutos, alterna de auditório sentado a em pé ou de minúsculas cabines de audiências a grandes mercados de compras. A completar este cenário, projectores gigantescos alimentados a energia solar ou leds reproduzem as imagens e os sons desta nova música pop.
Já o auditório principal combina no mesmo espaço um palco e uma torre de produção, de forma a "encorajar a directa comunicação entre produtores e artistas, conciliando actuação e produção debaixo do mesmo tecto", refere a equipa de arquitectos americano e nipónico.
Finalmente, e em sintonia com o espírito inebriante do recinto, o Hall of Fame consiste numa área com diversas funções. Será um espaço museológico das novas estrelas pop asiáticas, mas também o palco das cerimónias dedicadas a prémios ou celebrações. A partir daqui será ainda possível observar, a partir de ecrãs gigantes, todos os restantes eventos e acontecimentos a decorrer no recinto.
Espaço alucinado e alucinante, o Taipei Pop Music Center "é um ambiente coerente, não apenas por ser uma colecção de espaços performativos mas também por vir a ser uma vibrante parte da cidade. Hollywood está para o cinema assim como o Centro Taipei Pop Music estará para a música pop asiática", afirmam os arquitectos
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