A exposição é comissariada pelo arquitecto Manuel Graça Dias e mostra os projectos de escolas criados por cinco equipas de arquitectos portugueses: Inês Lobo, Pedro Maurício Borges, Pedro Reis, Jorge Figueira e a dupla Pedro Ravara/Nuno Vidigal criaram escolas para lugares específicos de Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Exposição com projectos para escolas de países africanos lusófonos inaugura sábado, em Lisboa
A exposição é comissariada pelo arquitecto Manuel Graça Dias e mostra os projectos de escolas criados por cinco equipas de arquitectos portugueses: Inês Lobo, Pedro Maurício Borges, Pedro Reis, Jorge Figueira e a dupla Pedro Ravara/Nuno Vidigal criaram escolas para lugares específicos de Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Plataforma Casa da Vizinha volta a acolher projectos
A Casa da Vizinha, recupera uma das principais funcionalidades do site original e abre portas à participação de todos os arquitectos interessados, nacionais e estrangeiros, que queiram ter os seus projectos publicados no site.
Para participar é necessário enviar um pedido para autopropostos@casadavizinha.eu.com a seguinte informação em arquivo ZIP:
Imagens
- máximo 3 imagens em JPG ou PNG do projecto proposto, com as seguintes características por imagem:
-dimensões máximas 800px por 600px
-tamanho máximo 500kb
Texto em formato DOC, RTF ou PDF com as seguintes características:
- Contactos do Autor
- Resposta à pergunta Porque é Este Projecto Sustentável? com um mínimo 1000 caracteres e um máximo de 4000 caracteres
- Memória Descritiva do Projecto
O Conselho Editorial da Casa da Vizinha avisará os autores dos projectos seleccionados para integrar o site pedindo o restante material necessário para a publicação do mesmo.
Sugestões e propostas de colaboração podem ser enviadas para casadavizinha@casadavizinha.eu
Mais informações em www.casadavizinha.eu
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Carta Estratégica 2010-2024 é discutida em Lisboa
O documento, que foi tornado público em Julho passado, foi elaborado sob coordenação de um comissariado liderado pelo investigador João Caraça e que tinha como comissários especialistas como Ana Pinho, Augusto Mateus, João Seixas, Manuel Graça Dias, Tiago Farias e Simoneta Luz Afonso.
A Carta Estratégica pretende responder às lacunas da cidade em áreas como a habitação, equilíbrio social, população, segurança, ambiente, mobilidade, criatividade, competitividade e identidade.
Entre as propostas do documento estão uma nova divisão administrativa com agrupamentos de freguesias e uma maior estabilidade das políticas municipais.
É igualmente proposta a criação de uma nova ideia urbanística que fomente a diversidade.
Para pensar de forma integrada as estratégias de Lisboa a Carta sugere a criação de uma 'Autoridade de Articulação', gerida por uma estrutura "leve", mas com um executivo politicamente legitimo e com orçamento próprio.
Para tornar progressivamente desnecessário o uso do automóvel é sugerida a criação de parques de estacionamento dissuasores, à volta da cidade, em articulação com municípios vizinhos.
Do rol de sugestões fazem ainda parte a criação de dificuldades ao trânsito de atravessamento, como "passadeiras alteadas", semáforos mais lentos e passeios mais largos.
Para conquistar a confiança dos proprietários, a Carta propõe a criação de uma balcão que, funcionando como 'fiador', seja uma espécie de agência de aluguer junto da Autoridade para a Igualdade, uma estrutura a criar, adstrita ao actual Conselho Intermunicipal para a Interculturalidade e Cidadania.
A recuperação dos centros históricos da capital é proposta com o encorajamento de "boas práticas" na recuperação do património construído (prémios pecuniários ou isenções fiscais) e a criação de uma "Carta de exemplos", que funcionaria como um "guião" para todos os projectos de recuperação de edifícios.
A promoção de silos automóvel para moradores que torne mais atractiva a habitação nos bairros históricos e a renovação urbana dos espaços públicos são outras das sugestões para recuperar os centros históricos de Lisboa.
É igualmente proposta uma maior ligação entre a capital e os bairros periféricos/problemáticos, transformando parte das antigas unidades de habitação camarária em edifícios 'open-space' que posteriormente poderiam ser alugados, "a preços competitivos", para oficinas. Escritórios ou indústrias não poluentes.
Para conquistar a confiança dos proprietários, propõe a criação de uma balcão que, funcionando como 'fiador', seja uma espécie de agência de aluguer junto da Autoridade para a Igualdade, uma estrutura a criar, adstrita ao actual Conselho Intermunicipal para a Interculturalidade e Cidadania.
Na área do ambiente, para tornar Lisboa numa cidade mais sustentável e mais eficiente do ponto de vista energético, são apontadas a redução do ruído, do consumo de água, energia eléctrica e combustíveis fósseis, da produção de resíduos sólidos urbanos e a promoção da reabilitação da estrutura ecológica da cidade e do rio Tejo.
As prioridades apontadas vão para os transportes e edifícios, com a aposta não só na aplicação dos novos regulamentos (certificação, climatização e sistemas energéticos), mas também em novas formas de arquitectura (eco-construção).
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
‘Olhar / Look at Niemeyer’ mostra o génio do brasileiro no dia dos seus 102 anos
O livro tem edição bilingue (Português/Inglês), contém um texto e um desenho inéditos de Siza Vieira e reúne imagens seleccionadas das 1100 tiradas por fotógrafos de 11 países que se candidataram a um concurso internacional. O concurso foi realizado em 2007 pela Comissão para as Comemorações dos 100 anos de Oscar Niemeyer - Portugal.
«O livro dá uma panorâmica disseminada da individualidade, da ousadia criativa de reconstrução de fórmulas e formas características de Niemeyer e da lucidez fabulosa que mantém aos 102 anos e que nos levam, necessariamente, a ter uma nova versão sobre a questão da idade», disse Carlos Oliveira Santos, professor universitário e estudioso da obra do mestre brasileiro.
Fonte:http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=157005
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Ministro das Obras Públicas defende política pública de arquitectura

O ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, António Mendonça, defendeu ontem a necessidade de «uma política pública de arquitectura para Portugal, no intuito de uma melhoria da qualidade de vida das populações». O governante, que falava na sessão de abertura do 12.º Congresso dos Arquitectos, salientou que a arquitectura «é um pilar fundamental no desenvolvimento do país, seja no que diz respeito à economia, ao desenvolvimento sustentável, à eficiência energética e às alterações climáticas, assim como na criatividade e inovação».
Texto, Álvaro Magalhães
Foto, Álvaro Magalhães
Publicado a 11-12-2009
Em: diáriodominho.pt
Famalicão: Novo mapa de arquitectura traça roteiro por 27 edifícios
O mapa concebido em parceria entre os técnicos da Ordem dos Arquitectos e os técnicos da autarquia famalicense traça um roteiro por uma série de edifícios públicos relevantes do concelho de Famalicão desde a Habitação Social Multifamiliar de Gondifelos à Casa de Cupertino Miranda Piscinas de Ribeirão Centro Social de Avidos Centro de Estudos Camilianos Mercado Centro de Apoio e Manutenção das Auto-Estradas do Norte Centro de Saúde de Delães entre muitos outros.
No conjunto destacados no mapa estão 27 edificações mas segundo Armindo Costa presidente da Câmara Municipal de Famalicão bem “poderiam ser 40 ou 50” uma vez que o objectivo é “publicitar desenvolver e atrair a Famalicão mais turistas” indicou à margem do congresso em declarações aos jornalistas.
