terça-feira, 20 de outubro de 2009
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Exposição Geração z #1 na Ordem dos Arquitectos

A revista Arq|a convida todos os interessados a estarem presentes para a inauguração da exposição "Geração Z #1" que se realizará no dia 21 de outubro pelas 21 horas, na galeria da Ordem dos Arquitectos da Secção Regional Sul, Travessa Carvalho 21-25 Lisboa.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Raffles City Hangzhou - UN Studio


O edifício de uso misto da cidade Raffles desenvolvido em altura está localizado perto do rio Qiangtan em Hangzhou, capital da província de Zhejiang, situada 180 quilómetros a sudoeste de Xangai.
O projeto incorpora escritórios, zonas de lazer e comércio, habitação e instalações de hotel marcando o local de culturalmente no âmbito de uma nova paisagem urbana de Quianjiang e arredores.
Raffles City Hangzhou atingirá uma altura de 60 pisos, apresentando pontos de e para o rio Qiantang e Lago Oeste, com uma área total de quase 400.000 m2.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Arquitecto português é finalista em concurso internacional do Guggenheim

David Mares é um dos dez finalistas da "Competição de Abrigos", promovida pelo Museu Guggenheim de Nova Iorque. Vencedores são conhecidos a 21 de Outubro.
O português David Mares é um dos finalistas do desafio "Competição de Abrigos" (Shelter Competition) lançado pelo Museu Guggenheim de Nova Iorque a designers profissionais e amadores de todo o mundo.
Mais de 600 participantes de 68 países responderam à proposta de construir um projecto em 3D de um abrigo em qualquer local do mundo utilizando programas como o Google SketchUp e o Google Earth. Entre os dez finalistas, seleccionados pelos estudantes da Lloyd Wright School of Architecture, encontra-se "CBS - CORK BLOCK SHELTER" do arquitecto David Mares.
O projecto apresenta um abrigo em cortiça localizado no Vale dos Barris na Serra da Arrábida. Em declarações ao JPN por e-mail, o autor explica no que pensou para a sua criação:
"Penso que a ideia mais embrionária foi criar uma caixa que tivesse dois estados distintos: estado de viver/estudar e o estado de descanso. Pensei então numa caixa com várias aberturas mas que pudesse cortar por completo a relação interior/exterior quando necessário."
O arquitecto optou pela cortiça pelas suas "óptimas" características de isolamento "acústico e térmico" e por se tratar de um "bom impermeabilizante". Além de que, salienta David Mares, trata-se de "um material ecológico".
Até agora, o seu abrigo em cortiça conseguiu mais de 30 mil votos, tornando-se no mais votado dos dez finalistas. Entre os projectos participantes, David Mares destaca o "Waste-Pickers Shelter" do colombiano Alexander Niño Ruiz, por "remontar ao conceito riquexó japonês" sendo um "abrigo móvel".
A votação decorre até 10 de Outubro. A 21 de Outubro, na cerimónia de comemoração do 50.º aniversário do Guggenheim, será anunciado o vencedor escolhido pelo público, bem como aquele seleccionado pelo painel júris.
Fonte: http://jpn.icicom.up.pt/2009/10/01/arquitecto_portugues_e_finalista_em_concurso_internacional_do_guggenheim.html
Por Tatiana Henriques - jpn@icicom.up.pt
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Jovens arquitectos portugueses nomeados na shortlist do WAF (World Architecture Festival)- para a categoria Future Projects - Cultural

O atelier português OTO + Jorge Graça Costa - arquitecto, estão nomeados para a shortlist da WAF - World Architecture Festival na categoria Edificio Cultural fruto de um concurso internacional galardoado com o 1º prémio ha um ano atrás.
O grande desafio que se coloca nos edifícios e nas cidades deste século é a optimização dos recursos, através do diálogo entre o homem e a natureza numa filosofia de fazer mais com menos (do more with less).
O projecto da sede do Parque Natural, em Chã de Caldeiras na Ilha do Fogo, em Cabo Verde, possui uma abordagem holística da sustentabilidade.
Esta conjugação com o património natural, o vulcão e a cratera, único e de uma beleza rara no mundo, fará com que reúna as condições ideais para o reconhecimento do Pico do Fogo como património mundial.
A ideia base é projectar o edifício de modo a ser parte da paisagem e a paisagem ser parte do edifício, havendo uma fusão entre os elementos.


O conceito é estender a zona vulcânica assim como as varias espécies vegetais existentes no Parque Natural do Fogo para a zona da nova sede administrativa, convidando os visitantes e locais a descerem até a cota inferior, de uma forma suave, através de percursos pedonais desenhados criteriosamente entre pedras vulcânicas.
A abordagem projectual não se limitou meramente a questões programáticas e estéticas, abordando de uma forma integrada com a Arquitectura questões necessárias ao uso da edificação e gestão racional do recursos recorrendo a sistemas de aproveitamento das águas pluviais, aquecimento e arrefecimento passivos, qualidade do ar e da água, maximização da iluminação natural, energias de fontes renováveis, etc,.
Esta intervenção para o governo de Cabo Verde visa fazer de Chã de Caldeiras um povoado auto-sustentável, trabalhando com pequenos pontos de fornecimento de energia renovável.
São destacadas as vertentes ambiental (para minimizar os impactos ambientais), a energética (que estará ligada à economia de recursos de energia, que é escassa no local), bem como a social (por se tratar de um edifício que será usado pela população local coma pólo dinamizador).
Um edifício feito pela população para a população utilizando mão-de-obra local e trabalhando com materiais locais de baixo impacto ambiental.
O Parque Natural ganhará um edifício diferente em Cabo Verde, um pólo de atracção turística, além de centro de formação e de apoio a outras actividades.
ARQ. MIGUEL RIBEIRO DE CARVALHO
ARQ. NUNO TEIXEIRA MARTINS
ARQ. RICARDO BARBOSA VICENTE
SUSTENTABILIDADE E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
ARQ. JORGE GRAÇA COSTA
WEE - WIDE ENDOGENOUS ENERGY SOLUTIONS
Informações e Contactos:
1ª premio - Concurso do Cemitério e Tanatório da Quinta do Conde( Complexo Funerário ) - OTO Arquitectos
Daqui formam-se dois claustros, um vazio e outro cheio. O primeiro é um jardim, para onde se viram todos os espaços públicos, com duas ligações ao cemitério que dividem as três utilizações distintas do edifício;
Complexo funerário, edifício municipal e área de comercio. O segundo é o núcleo principal do edifício, onde se situam as salas de velório e o forno crematório. Este volume em betão aparente, com altura superior é rodeado por uma clarabóia que o separa do resto do edifício e o ilumina em todo o seu contorno.
A partir de uma base comum que acompanha o muro e que o transforma em edifício, o Complexo desenvolve três utilizações distintas, mas com uma leitura singular tanto da rua, como do cemitério. O edifício pode cumprir um horário independente ao cemitério, por isso todos os acesso deste ao cemitério têm portões em barras de ferro.
O edifício municipal e a zona comercial têm acesso pelo claustro e pelo cemitério para conseguirmos um funcionamento independente.
OTO Arquitectos é um atelier de arquitectura português constituído por uma equipa de jovens arquitectos.
Inoformações e contactos:




