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terça-feira, 2 de outubro de 2012

A arquitectura e o design estão a reinventar a cortiça portuguesa


 
Pavilhão de Portugal - Expo 2010 Xangai

Não se pode dizer que o mundo da arquitectura e do design tenha descoberto agora a cortiça portuguesa porque não seria verdade. Basta para isso lembrar o sucesso do Pavilhão de Portugal na Expo 2010, em Xangai, todo revestido a cortiça, ou os produtos portugueses que há muito chegaram à loja do MoMA, o Museu de Arte Moderna de Nova Iorque. Mas se em 2010 a cortiça era especialmente usada por portugueses, em 2012 parece ser a aposta de artistas e arquitectos de todo o mundo.
Depois de ter sido o material escolhido pela dupla de arquitectos Herzog & de Meuron com o artista Ai Weiwei para o pavilhão de Verão deste ano da Serpentine Gallery, em Londres, e de ter sido o motivo de um concurso de design do Vitra Design Museum, não será de estranhar se a partir de agora começarmos a ver a cortiça cada vez mais associada a projectos internacionais. 
Com esta aposta surgem novas aplicações do material. Começou como uma tendência para as peças de mobiliário e decoração, como mesas, cómodas e cadeiras, mas hoje já tudo, ou quase tudo, é possível. Candeeiros, roupa e calçado, acessórios de moda como colares, pulseiras e cintos, auscultadores e colunas, malas, guarda-chuvas, cadernos. A lista do que já existe é longa mas a das possibilidades parece ser ainda maior, como se comprovou no concurso de Verão do museu alemão Vitra Design Museum que, em parceria com o Domaine de Boisbuchet e a Corticeira Amorim (CA), desafiou jovens designers de todo o mundo a conceberem novas aplicações de cortiça. A resposta foi massiva e das 367 propostas destacou-se a de Ana Loskiewicz, designer polaca que venceu o concurso com uma colmeia de cortiça pensada para os grandes centros urbanos.
"Fiquei surpreendida com as possibilidades da cortiça, que além de ser um material realmente bonito é muito fácil de trabalhar", diz ao PÚBLICO a jovem polaca, que venceu o prémio no valor de dez mil euros e que ajudará a tornar a sua ideia num projecto comercializável. "Este é um projecto complicado, ainda é preciso fazer alguns testes, perceber como se dão as abelhas com esta colmeia, e provavelmente fazer algumas melhorias, mas é claro que o objectivo é que seja produzido em grande escala", explica a designer, que quer continuar a trabalhar com a cortiça. "É incrível como quase não há desperdício no processo de produção, além de ser um material que mostra como as pessoas podem usar a natureza de uma forma equilibrada e sustentável."
A sustentabilidade é, aliás, o argumento mais utilizado por Carlos Jesus, director de Marketing e Comunicação da CA e membro do júri que premiou Ana Loskiewicz. "A cortiça tem algo que o design e a arquitectura precisam, é um produto inovador que comporta sustentabilidade para as obras dos seus criadores e é por isso que vamos ver cada vez mais projectos com este material", diz ao PÚBLICO Carlos Jesus, que garante que "isto não é uma questão de moda". "É resultado de um longo trabalho de educação", explica, defendendo que num momento em que a preocupação ambiental é cada vez mais importante, a escolha dos materiais tem de ser mais cuidada.
Projectos de todo o mundo
É por isso que, diz, concursos como o que do Vitra Design Museum são uma montra de possibilidades, uma prova de como a arte se consegue tão bem reinventar. "O que vimos por lá foi incrível, não foi fácil decidir porque tivemos propostas de todos os tipos, o que dá uma ideia da abrangência da cortiça, da diversidade de mercados que pode atingir", conta Carlos Jesus. 
Essa abrangência é notória nas menções honrosas: uns headphones, uma geleira, uma tomada eléctrica, uma linha de cadeiras, e tecido de cortiça. "E mais poderiam estar nesta lista, a verdade é que estamos a olhar para vários projectos que vimos neste concurso e que têm muito potencial", revela o responsável, explicando que algumas das ideias estão a ser estudadas para chegarem ao mercado nos próximos tempos. "Pela sua qualidade e interesse, alguns projectos vão ser comercializados porque há de certeza mercado para isso", garante. 
Mas para Carlos Jesus o mais surpreendente do concurso foi mesmo a quantidade de candidaturas de países tão distintos como o Irão, o Japão, a Nova Zelândia, o Brasil, a Grécia ou os Estados Unidos. Portugal foi dos países com mais propostas, ao lado de Espanha. "Isto demonstra o potencial e o interesse dos artistas pela cortiça, é que mesmo aqueles que não têm uma tradição com este material conseguiram agarrá-lo."
Não será, no entanto, por acaso que nos últimos tempos a cortiça se tornou a nova coqueluche da arte. Quando, em 2010, Xangai recebeu a Expo, o Pavilhão de Portugal foi um dos que mais deu que falar. O motivo? A sua arquitectura e o material usado. "O pavilhão, todo revestido com cortiça, foi um dos mais visitados e acabou premiado, e convenhamos que numa Expo como aquela Portugal não era o destaque", diz Carlos Jesus, lembrando que os visitantes chegavam até a tirar pedaços do edifício como recordação. 
"Será por acaso que dois anos depois do sucesso na China, um artista chinês [Ai Weiwei] escolheu a cortiça para o seu projecto na Serpentine? É coincidência? Nunca saberemos, porque este é um impacto difícil de medir, mas a verdade é que estamos a crescer", assegura. Esta utilidade da cortiça não foi descoberta agora. O que está a acontecer, diz, é que a estamos a descobrir novamente. "Estamos a recuperar algo que Frank Loyd Wright já utilizava nos anos 1930. Parece é que depois o mundo se esqueceu e a modernidade passou a ser o plástico. Felizmente, estamos a voltar para a cortiça e a renovar a sua utilidade."
Carlos Jesus garante que também não é por acaso que a Corticeira Amorim tem apoiado todas estas iniciativas, assumindo que a empresa quer estar do lado do design e da arquitectura. "São duas áreas muito importantes para nós e nas quais queremos continuar a apostar."
É, por isso, provável que mais projectos sejam anunciados em breve. "Há uma série de projectos com designers e arquitectos de renome internacional em que estamos a trabalhar."

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Decoração de Interiores - Francisco Plácido, Arqº







Francisco Plácido, jovem arquitecto, dedica o seu trabalho á arquitectura de interiores e criação de ambientes quer para profissionais quer para perticulares.



Em pouco tempo de actividade vê o seu trabalho reconhecido através de convites de exposição em eventos da especialidade bem como em alguns artigos já publicados.



Sobre a máxima de que cada espaço conta a sua história, francisco plácido produz ambientes contemporaneos, trabalhando luz e espaço de encontro com os desejos dos seus clientes.




Licenciado em arquitectura, cedo despertou para o "Design de Interiores", depositando muito de sensorial e emocional nos seus trabalhos. Pertence à nova geração de "Pensadores de Interiores", vem com infinitas ideias, introduzindo novos conceitos com uma irrepreensível vontade de mudança. Romper com o predefinido é um Desejo e tem já um grande número de clientes receptores desta mensagem. Entende os novos conceitos de decoração como uma abertura a infinitas possibilidades, proporcionando sempre uma ideia de expansão sobre os limites existentes, rompendo com as ideias preconcebidas no quotidiano. É já um participante nas grandes exposições de Decoração de Interiores Nacionais, sempre apoiado pelas melhores marcas do mercado. Com trabalhos divulgados nas mais conceituadas revistas do mercado nacional, Caras Decoração, entre outras, Francisco Plácido mostra provas de forte inteligência profissional a todos os que solicitam o seu registo espacial, de forma rigorosa e verdadeira. Continuará a afirmar "A Decoração de Interiores é o meu serviço, e mais do que algo Material, o resultado final de cada projecto é algo Imaterial: O renascer de um sorriso em alguém que descobre uma nova forma de habitar, de viver e de ver a Vida através do despertar dos bons Sentidos".






Contactos


Francisco Plácido


World Trade Center - Lisboa

Av. do Brasil nº1, 3º andar - Sala 7

1749-008 Lisboa


+351 938 338 265


quinta-feira, 22 de julho de 2010

"Honoris Causa" incentiva Nadir a pintar mais

O pintor Nadir Afonso recebeu na passada terça-feira, em Lisboa, o título de doutor “Honoris Causa”, em Arquitectura, pela Universidade Lusíada.

O artista, de 89 anos, que também é arquitecto admitiu ao JN que o título lhe veio “dar mais ânimo, para continuar o meu caminho na pintura. Agora é que vai ser...”

Assumindo-se como homem simples e um pouco distante do meio intelectual, Nadir Afonso definiu a sua presença ontem, na cerimónia, como“ um pouco surrealista. Foi um exercício dífícil ter de explicar àquela gente, todos intelectuais, todos racionais, o que entendo ser a pintura e a arte”. Nadir garante que até achou graça ao facto de “me ter transformado, naqueles instantes, em racionalista” e, acrescenta, “pelos vistos eles também gostaram, até porque me aplaudiram bastante”.

Para o professor Alberto Reais Pinto, director da Faculdade de Arquitectura e de Artes da Lusíada, Nadir “é um homem singular, completo, capaz das maiores realizações, que tem mostrado saber ser, estar e permanecer”.

O auditório da universidade foi pequeno para ouvir o pintor/arquitecto que falou de improviso, acabando por pôr de parte o discurso escrito, por considerar “demasiado indigesto”.

Entre a assistência, estiveram presentes Rui Pereira, ministro da Administração Interna, Elísio Sumavielle, secretário de Estado da Cultura, Maria Barroso, general Ramalho Eanes, Marcelo Rebelo de Sousa e Francisco Laranjo, director da Faculdade de Belas-Artes do Porto, instituição onde Nadir se diplomou nos anos 40.
Fonte: http://jn.sapo.pt

sábado, 26 de junho de 2010

Atelier Kaputt chega ao fim...

#PT#

Após seis maravilhosos anos de actividade chega ao fim a colaboração que a todos nos uniu neste projecto colectivo.

A 22 de Junho de 2010 o atelier Kaputt! encerrou a sua actividade regular passando a dedicar-se exclusivamente ao acompanhamento e finalização dos trabalhos em curso.

O projecto colectivo dá assim lugar a diversos projectos individuais que nos levarão mundo fora.
Mais do que nunca sentimos neste momento uma enorme dívida de gratidão para com todos os que nos deram o pretexto e a motivação para trabalhar.

Para todos um abraço,

atelier Kaputt!
Ana Brütt Filipe Horácio Moreira Irene Bonacchi Kirill de Lancastre Jedenov Luca Martinucci Manel Ribeiro Rita Ferreira Sérgio Antunes Sofia Reis Couto

#EN#

After six wonderful years of activity, the collaboration that has united us has come to an end.
As of June 22, 2010, Kaputt! architectural office ended its regular activity, dedicating itself exclusively to the supervison and completion of ongoing projects.
Our collective project has thus given way to numerous individual projects that will take us around the world.
At this moment, more than ever, we owe tremendous gratitude to all who have given us the reason and motivation to work.

Kind regards to all,

Kaputt! architectural office.
Ana Brütt Filipe Horácio Moreira Irene Bonacchi Kirill de Lancastre Jedenov Luca Martinucci Manel Ribeiro Rita Ferreira Sérgio Antunes Sofia Reis Couto

quinta-feira, 18 de março de 2010

Proposta para a atribuição do nome de Nuno Teotónio Pereira ao Auditório de Edifício-Sede da OA


No âmbito da Sinalização do Edifício-Sede da OA prevista no Plano de Actividades 2010 e sem prejuízo do respectivo desenvolvimento, foi aprovado na 39ª Reunião Plenária do Conselho Directivo Nacional que o Auditório do Edifício-sede da Ordem dos Arquitectos se passa a denominar Auditório Nuno Teotónio Pereira, assim assinalando o relevante papel associativo do Arquitecto Nuno Teotónio Pereira desde o 1º Congresso Nacional de Arquitectura, em 1948, e homenageando a sua ampla dedicação à defesa do papel social e do pleno reconhecimento público da profissão de arquitecto em Portugal.
Fonte: Ordem dos Arquitectos Secção Regional Sul

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Texturas de Valsassina


A Câmara Municipal de Tomar, numa parceria com o Núcleo do Médio Tejo da Ordem dos Arquitectos, inaugurou no dia 9 de Fevereiro às 18H00, na Casa dos Cubos, a exposição de Arquitectura de Frederico Valsassina Heitor.


“Texturas” é o tema da exposição do arquitecto que recebeu o Prémio Valmor 2004, com o projecto Art’s Business Center, no Parque das Nações. Até dia 25 de Fevereiro podem ser vistas 19 maquetes de projectos de Frederico Valsassina. “Luz e sombra, transparências e opacidades, formam um movimento incessante de cheios e vazios e potenciam assim a leitura de múltiplas fachadas, numa atitude nítida de abstracção que ultrapassa a caracterização do edifício em si e se estende ao tecido da cidade.”


Frederico Valsassina nasceu em Lisboa em 1955. Licenciado em Arquitectura pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, em Julho de 1979, formou o seu atelier em 1986. A sua obra está representada nos vários campos da Arquitectura e marca presença no panorama nacional e internacional. Trabalha actualmente em associação com outros arquitectos, portugueses e estrangeiros.


sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Ministro das Obras Públicas defende política pública de arquitectura





O ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, António Mendonça, defendeu ontem a necessidade de «uma política pública de arquitectura para Portugal, no intuito de uma melhoria da qualidade de vida das populações». O governante, que falava na sessão de abertura do 12.º Congresso dos Arquitectos, salientou que a arquitectura «é um pilar fundamental no desenvolvimento do país, seja no que diz respeito à economia, ao desenvolvimento sustentável, à eficiência energética e às alterações climáticas, assim como na criatividade e inovação».


Texto, Álvaro Magalhães
Foto, Álvaro Magalhães
Publicado a 11-12-2009

Em: diáriodominho.pt

domingo, 22 de novembro de 2009

Troufa Real apresenta "bolo de aniversário" como projecto para a nova Igreja do Restelo !!!

Arquitecto Nuno Teotónio Pereira

Um dos autores do plano de urbanização do bairro do Restelo, Nuno Teotónio Pereira, considera “uma aberração” a igreja que ali começou a ser construída na terça-feira. Para este arquitecto, a gravidade do caso deveria levar a Câmara de Lisboa a mandar parar a obra e a exigir outro projecto.

Desenhada pelo arquitecto Troufa Real, a nova igreja do Restelo inclui uma torre de cem metros de altura em forma de minarete e uma paleta cromática ousada, com paredes pintadas de dourado, vermelho, verde e cor-de-laranja. O edifício tem, num dos lados, a forma bojuda de um barco assente numas cornucópias que imitam ondas, numa alusão à época dos descobrimentos.

Autor de várias igrejas – uma das quais, a do Sagrado Coração de Jesus, em Lisboa, classificada como monumento nacional –, Teotónio Pereira não tem dúvidas sobre a obra que está a nascer no Restelo: “Ofende de forma muito grave a paisagem urbana e os princípios basilares da arquitectura contemporânea.”

No seu entender, o projecto está completamente desenquadrado do conjunto urbano que planeou juntamente com Nuno Portas, nos anos 70, e, se for por diante, vai descaracterizar toda a encosta que se estende até ao rio. “Pela sua dimensão excessiva para as necessidades do local e pelo seu custo, nunca acreditei que fosse construído”, admite. “E, do ponto de vista da arquitectura religiosa, parece-me um completo disparate. A arquitectura das igrejas deve pautar-se pela pureza de formas e pela beleza”.

“Espanta-me por isso que o patriarcado e a própria câmara tenham consentido na sua construção”, prossegue. “A câmara deveria estar vigilante e defender os interesses da cidade”.

Movimento de opinião

Teotónio Pereira ressalva que lhe custa estar a criticar a obra de um colega – até porque partilha do princípio de que a liberdade de criação dos arquitectos não deve ser limitada. “Mas, perante este caso, não posso ficar em silêncio”, observa. “Devia formar-se um grande movimento de opinião para impedir esta obra”.

O PÚBLICO tentou perceber os meandros da aprovação deste projecto, cujos passos decisivos foram dados nos mandatos de João Soares e de Santana Lopes. Mas a consulta do respectivo processo camarário não foi esclarecedora. Tentámos, igualmente, chegar à fala quer com Troufa Real, quer com a vereadora de Santana Lopes que aprovou o projecto de arquitectura, Eduarda Napoleão, sem sucesso. Igualmente infrutíferas foram as tentativas para obter declarações por parte do actual vereador do Urbanismo, o arquitecto Manuel Salgado.

Em 2007, a propósito da escultura de Rui Chafes que o escritório de advogados de José Manuel Júdice colocou em frente à sua sede, na Avenida da Liberdade, o presidente da autarquia, António Costa, mostrou-se de acordo com uma sugestão do PCP para a constituição de uma comissão municipal de estética. Este organismo serviria para evitar a profusão de “mamarrachos”. A comissão, que de resto se destinava apenas à arte pública, acabou por não vingar.

Processo pouco claro

Apesar do seu exotismo, o projecto da igreja de Troufa Real para o Restelo foi apreciado pelos técnicos camarários como se de outro qualquer se tratasse. Não há, no processo consultado ontem pelo PÚBLICO na Câmara de Lisboa, qualquer referência dos técnicos nem à torre de cem metros, nem tão-pouco às cores a usar ou ao facto de a igreja ter a forma de um barco com ondas por baixo. Os funcionários apenas repararam em questões menores, como o número de lugares de estacionamento ou as taxas de construção a pagar pela igreja à autarquia. E estas, no valor de 198 mil euros, foram perdoadas, dada a finalidade da obra.

Fonte: publico.pt

Maqueta do projecto.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Sede da Vodafone recebe Prémio Valmor de Arquitectura


A Câmara Municipal de Lisboa (CML) atribuiu ao edifico da Sede da Vodafone, no Parque da Nações, o prémio Valmor e Municipal da Arquitectura 2005.
A atribuição deveu-se, segundo a autarquia, à «qualidade arquitectónica do projecto, que contribuiu significativamente para a salvaguarda do património e valorização da cidade de Lisboa, projectando-a como uma urbe moderna, sustentável e cosmopolita».

O imóvel foi projectado pelos arquitectos Alexandre Burmester e José Carlos Cruz Gonçalves, tendo sido construído em 2002, segundo o divulgado em comunicado.

Associado desde 1982 ao Prméio Municipal de Arqutectura, o Prémio Valmor resulta do testamento do Visconde de Valmor, premiando diversos tipos de edificação ou obras de arquitectura paisagista.

O Prémio Valmor já distinguiu o edifício da Reitoria da Universidade Nova de Lisboa, o Pavilhão de Portugal e o Pavilhão do Conhecimento, o Amoreiras Shopping Center e a Sede, jardins e museu da Fundação Calouste Gulbenkian, entre outros.


sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Arquitecto português é finalista em concurso internacional do Guggenheim


David Mares é um dos dez finalistas da "Competição de Abrigos", promovida pelo Museu Guggenheim de Nova Iorque. Vencedores são conhecidos a 21 de Outubro.

O português David Mares é um dos finalistas do desafio "Competição de Abrigos" (Shelter Competition) lançado pelo Museu Guggenheim de Nova Iorque a designers profissionais e amadores de todo o mundo.

Mais de 600 participantes de 68 países responderam à proposta de construir um projecto em 3D de um abrigo em qualquer local do mundo utilizando programas como o Google SketchUp e o Google Earth. Entre os dez finalistas, seleccionados pelos estudantes da Lloyd Wright School of Architecture, encontra-se "CBS - CORK BLOCK SHELTER" do arquitecto David Mares.

O projecto apresenta um abrigo em cortiça localizado no Vale dos Barris na Serra da Arrábida. Em declarações ao JPN por e-mail, o autor explica no que pensou para a sua criação:

"Penso que a ideia mais embrionária foi criar uma caixa que tivesse dois estados distintos: estado de viver/estudar e o estado de descanso. Pensei então numa caixa com várias aberturas mas que pudesse cortar por completo a relação interior/exterior quando necessário."

O arquitecto optou pela cortiça pelas suas "óptimas" características de isolamento "acústico e térmico" e por se tratar de um "bom impermeabilizante". Além de que, salienta David Mares, trata-se de "um material ecológico".

Até agora, o seu abrigo em cortiça conseguiu mais de 30 mil votos, tornando-se no mais votado dos dez finalistas. Entre os projectos participantes, David Mares destaca o "Waste-Pickers Shelter" do colombiano Alexander Niño Ruiz, por "remontar ao conceito riquexó japonês" sendo um "abrigo móvel".

A votação decorre até 10 de Outubro. A 21 de Outubro, na cerimónia de comemoração do 50.º aniversário do Guggenheim, será anunciado o vencedor escolhido pelo público, bem como aquele seleccionado pelo painel júris.

Fonte: http://jpn.icicom.up.pt/2009/10/01/arquitecto_portugues_e_finalista_em_concurso_internacional_do_guggenheim.html

Por Tatiana Henriques - jpn@icicom.up.pt

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Jovens arquitectos portugueses nomeados na shortlist do WAF (World Architecture Festival)- para a categoria Future Projects - Cultural


O atelier português OTO + Jorge Graça Costa - arquitecto, estão nomeados para a shortlist da WAF - World Architecture Festival na categoria Edificio Cultural fruto de um concurso internacional galardoado com o 1º prémio ha um ano atrás.

A arquitectura tem por objectivo primordial interpretar formalmente, de maneira adequada, o seu momento histórico ao resolver problemas específicos de organização espacial (programa, lugar, construção, economia, factores ambientais, entre outros) o que inclui necessariamente a sustentabilidade.


O grande desafio que se coloca nos edifícios e nas cidades deste século é a optimização dos recursos, através do diálogo entre o homem e a natureza numa filosofia de fazer mais com menos (do more with less).

O projecto da sede do Parque Natural, em Chã de Caldeiras na Ilha do Fogo, em Cabo Verde, possui uma abordagem holística da sustentabilidade.

Esta conjugação com o património natural, o vulcão e a cratera, único e de uma beleza rara no mundo, fará com que reúna as condições ideais para o reconhecimento do Pico do Fogo como património mundial.

A ideia base é projectar o edifício de modo a ser parte da paisagem e a paisagem ser parte do edifício, havendo uma fusão entre os elementos.



O conceito é estender a zona vulcânica assim como as varias espécies vegetais existentes no Parque Natural do Fogo para a zona da nova sede administrativa, convidando os visitantes e locais a descerem até a cota inferior, de uma forma suave, através de percursos pedonais desenhados criteriosamente entre pedras vulcânicas.


A abordagem projectual não se limitou meramente a questões programáticas e estéticas, abordando de uma forma integrada com a Arquitectura questões necessárias ao uso da edificação e gestão racional do recursos recorrendo a sistemas de aproveitamento das águas pluviais, aquecimento e arrefecimento passivos, qualidade do ar e da água, maximização da iluminação natural, energias de fontes renováveis, etc,.


Esta intervenção para o governo de Cabo Verde visa fazer de Chã de Caldeiras um povoado auto-sustentável, trabalhando com pequenos pontos de fornecimento de energia renovável.


São destacadas as vertentes ambiental (para minimizar os impactos ambientais), a energética (que estará ligada à economia de recursos de energia, que é escassa no local), bem como a social (por se tratar de um edifício que será usado pela população local coma pólo dinamizador).


Um edifício feito pela população para a população utilizando mão-de-obra local e trabalhando com materiais locais de baixo impacto ambiental.


O Parque Natural ganhará um edifício diferente em Cabo Verde, um pólo de atracção turística, além de centro de formação e de apoio a outras actividades.

Equipa técnica:

OTO:

ARQ. MIGUEL RIBEIRO DE CARVALHO
ARQ. NUNO TEIXEIRA MARTINS
ARQ. RICARDO BARBOSA VICENTE
ARQ. ANDRE CASTRO SANTOS


SUSTENTABILIDADE E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

ARQ. JORGE GRAÇA COSTA
WEE - WIDE ENDOGENOUS ENERGY SOLUTIONS

Informações e Contactos:

OTO arquitectos
Tlm.: (+351) 93 464 52 21
Tel.: (+351) 21 387 88 37
Fax: (+351) 21 387 29 86

Rua Marquês da Fronteira, 133 6ºFte
1070-293 Lisboa
Portugal




1ª premio - Concurso do Cemitério e Tanatório da Quinta do Conde( Complexo Funerário ) - OTO Arquitectos

A estratégia passa por integrar o complexo no elemento mais forte, o muro. Aproveitando a força da curva deste, o edifício surge através de uma outra curva recuada para criar a entrada. O muro realiza a fusão entre a rua e o complexo.


O complexo nasce da curva do muro e constrói-se ocupando todo o limite de implantação, integrando-se com a métrica dominante do cemitério.


Daqui formam-se dois claustros, um vazio e outro cheio. O primeiro é um jardim, para onde se viram todos os espaços públicos, com duas ligações ao cemitério que dividem as três utilizações distintas do edifício;


Complexo funerário, edifício municipal e área de comercio. O segundo é o núcleo principal do edifício, onde se situam as salas de velório e o forno crematório. Este volume em betão aparente, com altura superior é rodeado por uma clarabóia que o separa do resto do edifício e o ilumina em todo o seu contorno.

A partir de uma base comum que acompanha o muro e que o transforma em edifício, o Complexo desenvolve três utilizações distintas, mas com uma leitura singular tanto da rua, como do cemitério. O edifício pode cumprir um horário independente ao cemitério, por isso todos os acesso deste ao cemitério têm portões em barras de ferro.

O edifício municipal e a zona comercial têm acesso pelo claustro e pelo cemitério para conseguirmos um funcionamento independente.



OTO Arquitectos é um atelier de arquitectura português constituído por uma equipa de jovens arquitectos.

Inoformações e contactos:

OTO arquitectos

Tlm.: (+351) 93 464 52 21
Tel.: (+351) 21 387 88 37
Fax: (+351) 21 387 29 86

Rua Marquês da Fronteira, 133 6ºFte
1070-293 Lisboa
Portugal



domingo, 23 de agosto de 2009

Atelier Português vence concurso de ideias - "Sol e Sombra" - PROAP

'Sol y Sombra'

Entre 163 equipas de 25 países foi o arquitecto paisagista português João Ferreira Nunes, que coordena o atelier PROAP, quem venceu o concurso de ideias para o parque urbano da área florestal de Valdebebas, e que será o maior de Madrid.

Apoiado pelos paisagistas espanhóis Bet Figuera e o atelier Opera, João Ferreira Nunes irá intervir numa área de aproximadamente 80 hectares, correspondente à expansão urbana a norte de Madrid, promovida pela municipalidade da capital espanhola.

A equipa intitulou de "Sol y Sombra" a sua proposta, uma vez que, refere, "representa um dos temas do parque, um tema que nos fala dos contrastes do lugar, e que o parque interpreta através das cumplicidades estabelecidas entre as grandes áreas de clareira e as zonas de bosque, entre os taludes densamente revestidos e o desafogo da linha de cumeeira, através das superfícies de água e das suas vibrações e através da plasticidade das estruturas inertes do parque, muros maciços brancos e lisos, que constituem represas que limitam pavimentos, que suportam terras, que albergam funções, como muros habitacionais".

Do ponto de vista da organização do espaço, serão intercaladas zonas de clareira e zonas de bosque, a forma mais tradicional da paisagem europeia, reproduzida aliás em parques notáveis, como o da Fundação Calouste Gulben- kian.

Este padrão de cheio e vazio terá diversos momentos e formas: junto à malha urbana madrilena já existente, o bosque será pouco denso e o destaque pertencerá às clareiras. Na transição para as futuras habitações da expansão da cidade por Valdebebas, o tema será tratado de forma mais urbana, com recurso a muros, passeios e zonas de recolha de águas pluviais que darão origem a pequenos lagos.

Um antigo caminho, que foi utilizado para transporte de animais neste pedaço de Madrid, voltará a ganhar vida, integrando-se num troço do parque, em forma de folha de árvore, que incorporará as zonas de bosque mais densas de toda a área tratada pelo urbanista português e sua equipa. À semelhança de uma folha, este excerto do parque será dividido a meio por uma nervura, correspondendo a uma linha de cumeada que servirá, também, de miradouro.

Finalmente, e aproveitado a topografia e movimento natural das águas no terreno, serão criadas zonas húmidas, como lagoas, que culminarão numa praia artificial. Este grande momento de toda a intervenção terá características de veraneio e lazer. Sobre a água nascerá um anfiteatro e, nas cercanias, um centro de informação ambiental, restaurantes, cafetarias e praças.

Consciente da cultura urbana das grandes cidades e de Madrid em particular, João Ferreira Nunes entende que o tema "Sol Y Sombra", que motivou o projecto, também se estenda às intervenção dos utentes do parque. Assim, adivinha para os seus "muros brancos, onde se desenham sombras," um futuro em que "se desenham também graffiti, signos e mensagens, retirados ano após ano e transformados em frutos do parque, para darem lugar, uma vez mais, ao branco...

Fonte: http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1336491&seccao=Arquitectura

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Siza vieira assina primeiro Museu para o estado na Nazaré




O primeiro museu do Estado com assinatura do arquitecto Siza Vieira, o Museu Dr. Joaquim Manso, foi hoje apresentado na Nazaré, prevendo-se que a sua construção comece em 2010.

A obra, de seis milhões de euros, passa pela demolição do actual museu, uma moradia do início do século XX instalada no Sítio, antiga casa de veraneio do escritor e jornalista Joaquim Manso, fundador do “Diário de Lisboa”, e no seu lugar a criação de um edifício de quatro pisos.

No final da sessão de apresentação do projecto, a secretária de Estado da Cultura, Paula Fernandes, disse acreditar que o museu arqueológico e etnográfico vai ser uma “referência museológica”, mas também “arquitectónica”.

“Estou certa que será um projecto de grande relevância porque hoje os museus vivem não só dos seus acervos, mas também muito do que é o projecto arquitectónico”, afirmou Paula Fernandes.

Para a secretária de Estado este será “grande museu”, sublinhando “o traço do arquitecto Siza Vieira, o que é, obviamente, uma coisa significativa”.

“Estou convicta que será um museu que, para além de ser bonito, responda, por um lado, aos anseios das pessoas da Nazaré e, por outro lado, venha a ser muito vivido, visitado e estimado pelos daqui e pelos que de fora o venham visitar”, declarou.

Por seu turno, o presidente da Câmara Municipal da Nazaré, Jorge Barroso, realçou que o futuro edifício “irá dignificar” uma zona que considerou ser “nobre”, o Sítio, acrescentando a importância de ter o desenho de Siza Vieira.

Já o arquitecto Siza Vieira admitiu que “há condições para ser um bom museu”, numa alusão à equipa de trabalho que o acompanha, acrescentando, por outro lado, que “outra condição é por ser na Nazaré”.

Siza Vieira reconheceu que a realização do projecto foi uma “oportunidade fantástica”.

“O material a expor também é muito interessante, coisas ligadas ao mar, e é num local tão especial que é conhecido por o Sítio”, referiu, resumindo, desta forma, o trabalho: “O projecto deve melhorar o que lá está e deve parecer que já lá estava. Deve parecer que tinha que ser assim”.

O futuro Museu Dr. Joaquim Manso estende-se por quatro pisos, sendo que o rés-do-chão é ocupado, na quase totalidade, pela zona pública, onde estão, além de áreas para exposições – permanente e temporária -, cafetaria, biblioteca, loja e um auditório.

No piso -1 está prevista, igualmente, uma área de exposições, mas também serviços de restauro ou oficinas pedagógicas, enquanto no piso -2 vão estar as reservas do museu, as visitáveis e as não visitáveis.

A zona administrativa vai ocupar o piso 1.

Durante as obras para o novo edifício, que se estima durarem dois anos, o museu vai ser instalado provisoriamente num espaço da autarquia, localizado na praia.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Ministro da Cultura distribui hoje Prémios AICA/MC 2008

Os Prémios da Associação Internacional dos Críticos de Arte/Ministério da Cultura (AICA/MC) de 2008 vão ser entregues esta quinta-feira, pelas 15:30, no Pavilhão de Portugal (Parque das Nações), ao escultor Rui Sanches e aos arquitectos Alexandre Alves Costa e Sérgio Fernandez.

Além dos galardoados, estarão presentes na cerimónia o ministro da Cultura, José António Pinto, o presidente da AICA, Manuel Graça Dias, o director-geral das Artes, Jorge Barreto Xavier, e o presidente do conselho de administração do Parque Expo, Rolando Martins.

Rui Sanches foi distinguido na categoria de «Artes Plásticas», ao passo que Alexandre Alves Costa e Sérgio Fernandez venceram na de «Arquitectura».

O prémio consiste num montante em dinheiro, no valor de 20 mil euros, sendo que metade destina-se a «Artes Plásticas» e a outra metade à «Arquitectura», informa o Público.

Desde 1996 que os prémios são atribuídos pela AICA, com o patrocínio do MC, mediante a Direcção-Geral das Artes.

Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=4&id_news=400621

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Forwarding Dallas - Atelier DATA e MOOV

Os arquitectos portugueses dos ateliers "DATA" e "MOOV" apresentaram uma espectacular proposta de intervenção para um inovador e original modelo de cidade.

Forwarding Dallas foi um concurso internacional lançado com o intuito de gerar propostas inovadoras e conceitos de arquitectura nos domínios da sustentabilidade em todas as suas vertentes.

Os dois ateliers portugueses foram inovadores na sua proposta em conjunto no sentido de reinventar o modo de vida nas grandes urbes transportando para estas um novo resgate da paisagem natural já perdida com o objectivo de criar comunidades auto suficientes.

Tentaram recriar os ciclos biológicos naturais e através das novas tecnologias aplicadas á construção, aplicá-las num conjunto habitacional.


Escolheram o elemento "colina" como o elemento a trabalhar por se tratar na natureza um elemento rico e diversificado em termos biologicos.

O resultado é a produção de uma arquitectura por camadas vegetais e em diferentes níveis sociais, redefinindo a temática da habitação e mostrando que é possível construir programas altamente densos recriando a natureza e com preocupações ecológicas.

Autores

António Louro (MOOV)
Filipe Vogt (Atelier Data)
Marta Frazão (Atelier Data)


Mais informações: http://www.urbanrevision.com/ForwardingDallas

Novo Site de Atelier Português IHT

Fruto de uma sinergia e parcerias criadas entre empresas das várias especialidades, o atelier surge com o objectivo de fornecer serviços integrados de Arquitectura, Engenharia Civil e Construção de modo a fornecer aos seus clientes um serviço completo e coordenado, simplificando a comunicação entre cliente e empresa.

A aproximação do atelier á arquitectura e concepção de projectos, é feita através de uma permanente investigação sobre novos usos e materiais de construção realizando a ponte necessária entre a arquitectura e a aplicação de novas tecnologias, acreditando que cada projecto deverá representar uma mais valia para o lugar onde se insere, materializando inovação estética e funcional.

O site do atelier foi desenvolvido com o objectivo de criar uma plataforma digital que facilite a comunicação e troca de informação não só entre o cliente e a empresa, como também entre os vários técnicos e colaboradores envolvidos em cada projecto.





Informações e contactos em : http://www.iht.pt

terça-feira, 7 de julho de 2009

Centro Álvaro Siza abriu as portas



José Pinto Ribeiro, ministro da Cultura, presidiu à inauguração do Centro de Documentação Álvaro Siza Vieira, situado na casa onde o arquitecto de Matosinhos viveu durante vários anos, na Rua Roberto Ivens. Nesse imóvel podem ser apreciadas muitos dos projectos e obras de Siza Vieira e, no futuro, estarão também patentes projectos de outros arquitectos como Fernando Távora.
Mais de dezena e meia de arquitectos estiveram presentes à inauguração, procedendo à assinatura de protocolos com a Câmara de Matosinhos, comprometendo-se em doar os acervos das suas obras à futura Casa da Arquitectura, que deverá surgir junto à estação de Metro do Senhor de Matosinhos, um projecto da responsabilidade de Siza Vieira.
Gonçalo Byrne, falando em nome dos arquitectos, afirmou que o acto fundador da Casa da Arquitectura não podia ter-se realizado em melhor local, ou seja na casa onde viveu Siza Vieira, representando esse facto "um bom augúrio" para a concretização do projecto.

Fonte e mais informações em : http://www.imprensaregional.com.pt


sexta-feira, 26 de junho de 2009

BALÕES AO ALTO nas janelas da Baixa de Lisboa. Acção “B09 - NÓS!”

Na sexta-feira dia 10 de Julho de 2009 serão pendurados nas janelas dos edifícios da Baixa de Lisboa balões amarelos e pretos. Cada balão representará um criativo que naquele local trabalha ou reside, formando o conjunto um mapa tridimensional dos espaços da Baixa ocupados por esta classe. Designers, fotógrafos, crafters, performers, arquitectos, músicos, pintores e escultores da Baixa anunciam assim que há vida na Baixa, e que este não é um espaço em estado de completo abandono.B09 - NÓS! uma iniciativa do projecto BAIXA'Zero Nove.

Baixa`Zero Nove é um projecto concebido pelos ateliers Moov e Kaputt!, sediados na Baixa de Lisboa, que pretende determinar e contactar a comunidade de criativos, actualmente a trabalhar ou a residir na Baixa Pombalina.
Pretende-se sobretudo saber se este espaço no seu estado actual, tem capacidade de atrair e sustentar a actividade de designers, fotógrafos, crafters e performers, arquitectos, músicos, pintores, escultores, etc.
O Projecto Baixa ZeroNove não é um trabalho de cariz científico, assumindo-se a subjectividade e informalidade da sua contribuição. Pretende-se, contudo, que este projecto informe de uma forma válida a discussão actualmente em curso, sobre modelos de revitalização e reabilitação para a Baixa de Lisboa. Importa sobretudo contrariar a ideia de que a Baixa é actualmente um espaço em estado de completo abandono.
O Baixa Zero Nove organiza-se a partir de quatro acções concretas que convidam à participação da comunidade criativa da Baixa. As duas primeiras, mais internas, já tiveram lugar, as duas últimas, de carácter mais público funcionam como epílogo do projecto e irão ocorrer nos dias anunciados:
  • 1) B09 - QUEM? - Esta acção consistiu num curto inquérito, de resposta directa por mail, que foi realizado entre 20 de Abril e 4 de Maio. Através deste inquérito procurou-se conhecer as características desta comunidade - quantos são, que actividade concreta exercem, quais as razões porque escolheram a Baixa, etc. Na resposta a este inquérito estiveram envolvidos cerca de 60 criativos. Também através desta acção foram identificadas 53 entidades e 190 criativos.

  • 2) B09 - Mapas - A segunda acção passou por um desafio lançado a alguns dos criativos abrangidos no inquérito - ilustradores, arquitectos, fotógrafos - de criar um mapa que reflectisse a sua análise sobre determinada temática da Baixa. Nove temas foram seleccionados, nove mapas foram produzidos.

  • 3) B09 - NÓS! - Esta acção a ser realizada durante o dia 10 Julho, pretende mapear a localização dos criativos a trabalhar na Baixa. Neste dia todos os espaços ocupados por criativos serão sinalizados através de um elemento comum: um balão com hélio a ser fornecido no dia do evento, que suspenso nas janelas será visível a partir do espaço público.

  • 4) B09 - À RUA! - Festa a decorrer no dia 11 de Julho num espaço da Baixa. Neste evento serão expostos os mapas produzidos em B09 - Mapas, bem como, os resultados do inquérito, sendo uma oportunidade de reunir e conhecer a classe criativa a operar na Baixa de forma informal e descontraída

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Lançamento do Portal “www.arquitectos.com.pt”



Um novo olhar sobre a diversidade e qualidade dos arquitectos portugueses…

O arquitectos.com.pt surge como um espaço de informação e comunicação que visa transmitir a qualidade arquitectónica portuguesa.

Terá como principais funções as de inovar e modernizar a promoção profissional dos arquitectos perante os seus potenciais clientes. O arquitectos.com.pt é um directório de arquitectos a nível nacional, onde cada arquitecto pode expor os seus trabalhos, projectos e obras, de uma forma muito directa para os seus potenciais clientes.

O arquitectos.com.pt nasceu da necessidade de criar um sistema de informação disponível online, de âmbito nacional, de modo a preencher a mais do que flagrante lacuna existente no mercado. Num mercado bastante competitivo, é necessário ter um local de fácil acesso e utilização, onde as pessoas poderão encontrar toda a informação necessária para escolher o arquitecto ou equipa projectista adequada às suas necessidades, prevalecendo desta forma a qualidade arquitectónica.

Quem aceder ao portal encontrará toda a informação necessária para poder seleccionar o arquitecto que desejar. Poderá fazê-lo tendo em conta a sua cidade, distrito, tipo de programa projectual, ou ainda pela qualidade dos projectos já realizados pelos mesmos. Se o potencial cliente continuar com dúvidas, estará disponível no portal os contactos de cada arquitecto/gabinete, bem como o respectivo link para o website pessoal de cada arquitecto/gabinete, podendo o utilizador solicitar informações mais específicas e analisando com maior atenção o trabalho da equipa projectista em causa.

O portal oferece um espaço contemporâneo que contém uma informação de qualidade actualizada.
Dá visibilidade a todos os arquitectos nacionais, sobretudo aos jovens arquitectos.

Permite que os utilizadores tenham acesso a uma maior variedade de informação, podendo descobrir respostas às suas necessidades existentes.

O arquitectos.com.pt procura ser o portal top of mind, quando uma pessoa procurar os serviços de um arquitecto.

O arquitectos.com.pt é um domínio de fácil memorização.

Se uma pessoa procura um arquitecto, vai a arquitectos.com.pt.
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Av. Gen. Norton de Matos, 104, 4 - H

4700 Braga - Portugal

+351 253 094 669



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Material gentilmente cedido por:

Juliana Andrade

Comunicação e Marketing

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